Os passos a que ando, um atrás do outro, como as letras em carreirinha, do fim para o princípio.
sexta-feira, julho 30, 2010
quarta-feira, julho 28, 2010
II Jornadas Técnicas ANELE, Madrid 28.10.2010
sábado, julho 24, 2010
Um dia...
de sempre chegar
olhou-a de um jeito muito mais quente
do que sempre costumava olhar
e não mal disse a vida tanto quanto era seu
jeito de sempre falar
e nem deixou-a só num canto
pra seu grande espanto,convidou-a pra rodar
então ela se fez bonita como há muito tempo
não queria ousar
com seu vestido decotado cheirando a
guardado de tanto esperar
depois os dois deram-se os braços como
há muito tempo não se usava dar
e cheios de ternura e graça
foram para a praça e começaram a se abraçar
e ali dançaram tanta dança que a vizinhança
toda despertou
e foi tanta felicidade que toda cidade enfim
se iluminou
e foram tantos beijos loucos, tantos gritos
roucos
como não se ouvia mais
que o mundo compreendeu
e o dia amanheceu
em paz
quinta-feira, julho 22, 2010
1 ano, 1 semana e 1 dia
quarta-feira, julho 21, 2010
Nomad circle. Make a hole in our own cultural walls
segunda-feira, julho 19, 2010
sábado, julho 17, 2010
Assim se fazem as cousas
ASSIM, NÃO!
Deu-se início à reunião com a análise do desenvolvimento da situação relativa à fusão do Agrupamento de Escolas Dr. Vasco Moniz com a Escola Secundária Alves Redol. A presidente do Conselho Geral informou que até ao momento não recebeu qualquer resposta à carta que este órgão enviou ao Sr Director Regional, no dia sete de Julho do corrente ano. Acrescentou que a indigitada Comissão Administrativa Provisória reuniu com a Direcção do Agrupamento de Escolas Dr. Vasco Moniz, no dia doze de Julho.O Conselho Geral considera que este processo de fusão desrespeita o ponto 8 daResolução do Conselho de Ministros n.º 44/2010, de 14 de Junho, que prevê que qualquer fusão de escolas /agrupamentos "seja feita de forma gradual e em função da especificidade de cada escola". Acrescente-se que a Comissão Administrativa Provisória composta por três elementos, integra dois elementos da Escola Secundária Alves Redol e nenhum do Agrupamento de Escolas Dr. Vasco Moniz. Facto que compromete as condições de boa gestão do Agrupamento, por um órgão que não contempla a representação de uma das entidades em fusão.O que será decidido em relação aos documentos internos, como por exemplo, ProjectoEducativo do Agrupamento, Regulamento Interno do Agrupamento, Orçamento, Plano da Matemática, Plano de Implementação do Novo Programa de Matemática do Ensino Básico, Planos de Recuperação, Planos de Acompanhamento, Programas Educativos Individuais, Avaliação do pessoal docente e tantos outros documentos relacionados com a dinâmica diferenciada entre o que é a Escola Alves Redol e o que é o Agrupamento de Escolas Dr. VascoMoniz no dia de hoje (treze de Julho de dois mil e dez)? Com que orientações começará o ano lectivo daqui a menos de dois meses? Quem e como vai responder a estas e outras questões das 2009/2010 famílias, dos professores e dos funcionários da Escola Secundária Alves Redol e do Agrupamento de Escolas Dr. Vasco Moniz?O Conselho Geral considera que tem a obrigação de alertar a comunidade escolar para as consequências deste processo de fusão na sua dinâmica, pelo que manifesta o seu desagrado por não ter sido consultado, nem pelo Sr Director Regional, nem pela Autarquia, relativamente a esta decisão tão importante para a vida da comunidade educativa que legitimamente representa.O Conselho Geral decidiu divulgar esta acta na Plataforma Moodle deste Agrupamento, e ainda, ao pessoal docente e não docente, aos encarregados de educação, aos representantes das diferentes entidades que compõem este órgão e ao Presidente do Conselho Geral da Escola Secundária Alves Redol.A única representante da Autarquia presente, declarou que o Município se abstém em relação à tomada de posição deste Conselho Geral.
Ler texto inteiro aquiUso este blog a título pessoal.
Teatro de Língua Comprida e Portuguesa
Já é o terceiro FESTLIP, no Rio de Janeiro. Viva!
Também tem Blog, e lugar no Facebook...
Em 2010, a homenageada é a Maria do Céu Guerra, actriz/atriz ;)
A Barraca também lá está, como não podia deixar de ser - e a imagem acima é da peça que levam à cena em Agosto, Contos da Imigração. Beijo terá sotaque?
Concursos para professor bibliotecário 2010
sábado, julho 10, 2010
Fight for libraries WITH books
sexta-feira, julho 09, 2010
quinta-feira, julho 08, 2010
Let's fight the main fight
Those lucky enough to live in those towns, or those who own computers, or have high-speed Internet service and on-call technical assistance, will not notice the effects of a diminished public library system — not at first. Whizzes who can whittle down 15 million hits on a Google search to find the useful and accurate bits of info, and those able to buy any book or article or film they want, will escape the immediate consequences of these cuts.
Those in cities that haven't preserved their libraries, those less fortunate and baffled by technology, and our children will be the first to suffer. But sooner or later, we'll all feel the loss as one of the most effective levelers of privilege and avenues of reinvention — one of the great engines of democracy — begins to disappear.
terça-feira, julho 06, 2010
Matilde Rosa Araújo

Viva o pensamento! Viva a espécie humana!
As crianças adoram palavras complicadas,termos difíceis, histórias onde não se percebe tudo.Mas a indústria não quer isso, quer tornar as coisas mais simples - e então fazem resumos, simplificam, publicam coisas idiotas para crianças e acabam por não publicar nada. Apenas jogos de vídeo.A nova geração continua a ter gosto pela leitura. Para o ser humano, o instinto de sobrevivência não se resume à necessidade de comer e beber; também inclui a necessidade de pensar.E isso é verdade seja onde for - aconteceu nos campos de concentração, acontece nas favelas mais pobres, acontece nas situações mais extremas.Continuamos a pensar, a criar, a interrogarmo-nos. E temos de lutar por isso. Não somos cegos; podemos dizer que não.Alberto Manguel, 02.97.2010
quarta-feira, junho 30, 2010
segunda-feira, junho 28, 2010
sexta-feira, junho 25, 2010
História! História!

Era uma vez uma fonte à beira da estrada. Os pardais das árvores vizinhas tinham ali o seu ponto de encontro.
Matavam a sede, tomavam banho, chilreavam uns com os outros.
De semana a semana, vinha um homem, sempre de automóvel, buscar água à fonte. Enchia uma quantidade de garrafões de plástico e, depois, abalava.
Nessas alturas, a pardalada fugia para o poiso das árvores e ficava a observar.
— O que é que ele vai fazer com tanta água? — intrigava-se um pardalito novo.
— Deve ir regar as couves — sugeria um pardal.
— Para regar as couves é pouca — replicava uma velha pardoca, muito conhecedora da vida.
— Então é para ele beber — propunha outro pardal.
— Para ele beber é muita — replicava a velha pardoca.
— Para o que será? — perguntava o pardalito, sem que ninguém soubesse responder-
-lhe.
Decidiu investigar. Voou atrás do automóvel, mas como ainda tinha as asas com pouca força e a estrada era às curvas e contra-curvas, perdeu-lhe o rasto. E perdeu-se.
Esvoaçou ao calhas, até descer sobre um telheiro, junto à estrada. No telheiro havia melões à venda e cebolas e batatas e garrafões de vinho. Alto lá! E também havia garrafões de água, tal e qual os que o homem do automóvel enchia, na fonte dos pardais.
Se o pardal soubesse ler, leria no rótulo dos garrafões:
“ÁGUA DA FONTE DA SAÚDE – Graças a ela, os novos crescem e os velhos não encolhem”.
Aos saltinhos, diante dos garrafões, o pardalito admirava a fotografia do rótulo. Lá estava a fonte, centro da sua vida, e uns passarinhos a beber água no rebordo do tanque. Vendo bem, aquele mais pequeno, à direita, podia ser ele, o pardalito aventureiro.
Muito orgulhoso da sua descoberta, o pardal voou muito alto, tão alto que, lá de cima, viu o telheiro dos garrafões, a estrada às curvas e a fonte da Saúde ou dos pardais, donde ele viera.
Disparou em direcção ao ponto de partida e muito excitado piou para os companheiros:
— Já sei o segredo dos garrafões. O homem anda a vender o nosso retrato mais o retrato da nossa fonte.
— E a água para que serve? — perguntou um companheiro.
— Para segurar o nosso retrato — respondeu, prontamente, o pardalito.
António Torrado
il. Cristina Malaquias
http://www.historiadodia.pt/pt/historias/11/26/historia.aspx
quinta-feira, junho 24, 2010
Burmese football
Em tempo de futeboladas várias, esta fotografia de antologia está bem ao pé do nosso interesse. Graças à tecnologia e ao maravilhoso mundo das bibliotecas digitais, neste caso a Europeana.
O original está guardado na British Library, UK. Assim, num clic, além da fotografia, alcançamos a sabedoria da história, do como foi, do para que era...
Ler sentidos e pôr em sentido a memória e o coração.
terça-feira, junho 22, 2010
segunda-feira, junho 21, 2010
vidasimples pensamentoselevados: MARTA 3
Ler por fora da profissão. Ler porque apetece, sem obrigação.
Pensar no que nos rodeia, sem a utilidade à vista. Deixar entrar o sol da inquietação.
Para coisas dessas se criaram os autores
sábado, junho 19, 2010
Quase 100 anos depois de chegarmos à República
quarta-feira, junho 16, 2010
terça-feira, junho 08, 2010
Biblioteca Escolar, Enxara do Bispo, Mafra, Portugal, 2010
domingo, junho 06, 2010
quinta-feira, junho 03, 2010
João Aguiar, até sempre
A NATIVIDADE RELUTANTE
À porta da Sala fui encontrar o Supervisor, rodeado pelos seus Técnicos. Aqueles rostos tensos, angustiados, confirmaram o meu pressentimento: havia crise.
Mal me viu, o Supervisor correu ao meu encontro.
– Ainda bem que veio, é a nossa última esperança!
– O que se passa? Algum contratempo?
Ele dominava-se, mas era evidente que estava à beira do pânico.
– Contratempo? Se fosse só um contratempo... mas é bem pior. Pode muito bem ser uma catástrofe!
Indicou a porta da Sala, que se mantinha fechada, e acrescentou:
– O Processo foi interrompido.
Como assim, perguntei. Isso nunca tinha acontecido, era uma coisa inconcebível. O Supervisor encolheu os ombros e explicou:
– Ele abandonou a Câmara de Transformação e recusa-se a voltar para lá.
Não percebi logo o significado da frase.
– Não quer voltar? Quer dizer que...
Gravemente, o Supervisor fez um aceno afirmativo: – Recusa-se a nascer.
– Como?
Ao longo dos corredores silenciosos, a minha voz vibrou como uma explosão, a ponto de me assustar e de fazer estremecer os Técnicos.
– Mas isso não é possível. A Hora está a chegar.
O Supervisor fez outro aceno de cabeça. – Por isso o chamei com tanta urgência. Talvez Ele lhe dê ouvidos.
Sentia-me atordoado. A ideia de tal recusa era inimaginável.
– Quando entrou – prosseguiu o Supervisor – ia mais sombrio do que é habitual. Mas iniciou o Processo normalmente. De súbito, ao atingir os sete anos, parou, saiu da Câmara e disse: «Nada feito!»
– Está, então, nos sete anos?
– Sim, parou aí. – Num fio de voz, o Supervisor suplicou: – Fale-Lhe. Tente convencê-Lo. Pense no que está em jogo.
Eu pensava, sim, e a ideia dava-me tonturas. Fiz um gesto com a mão; ele abriu a porta e entrei.
Quando O vi, tive outra surpresa: estava, de facto, com sete anos – um Menino negro de sete anos, magrinho e mirrado, acocorado a um canto da sala. Olhou-me com ar de irritação.
– Ah. Pedro. Contaram-te.
– Sim, contaram. Estão todos muito preocupados.
Com cautela, para não parecer que recorria à lisonja, acrescentei:
– Era uma boa ideia, essa. A cor da pele, quero dizer.
Esboçou um sorriso. – Sim, pensei que era tempo. A África está a sofrer demasiado.
– Exactamente.
O sorriso apagou-se. – Mas pensei melhor e... não, decidi que não. Estou farto de esforços inúteis, sem sentido. Não haverá Nascimento.
Engoli em seco.
– Senhor, isso significa que na Terra não haverá Natal.
Ele, que baixara os olhos para o chão, endireitou-se. Era, agora, um pequeno Semita, um Árabe ou um judeu.
– Não haverá? Mas tem havido Natal, Pedro? Natal digno desse nome? Nunca dei por isso. Terei Eu andado distraído durante todos estes séculos?
Abri os braços. – Compreendo o que quereis dizer. A Humanidade da Terra não parece observar o verdadeiro espírito...
– Observar? Fizeram dele uma farsa! Festas, banquetes, presentes... aqueles que podem, porque os outros morrem de fome ou de guerra. E tem piorado, se é que ainda é possível. Natal, Pedro, só nos romances e nas peças de teatro e naqueles filmes que fazem nesse lugar infernal chamado... han...
– Hollywood.
– Isso. E mesmo aí, passou de moda. Não, não Me convences a submeter-Me a mais uma Natividade. Aliás, deixou de fazer sentido.
Esta última frase desorientou-me: – Como? Deixou de...
E Ele, numa ironia cortante:
– O Nascimento milagroso através de uma Virgem. Eles já não gostam, já não lhes diz nada. As virgens perderam a cotação nos seus malditos mercados. Aliás, não acreditam. Quando muito, hão-de produzir as crianças em laboratório. Eles acreditam nos laboratórios, mas não nas virgens.
Neste momento, Quem estava diante de mim era uma Criança loura, resplandecente, de olhos azuis brilhantes e zangados. Estremeci sem querer e Ele perguntou-me se tinha frio.
– Não. Perdoai-me, são essas mudanças tão rápidas. Perturbam-me...
Fez uma careta infantil. A Transformação costuma produzir efeitos desses.
– Nem reparei, foi involuntário.
Retomou o curso das recriminações: – Tantas mais coisas que poderia dizer! Houve algum dia de Natal, um só, em que não houvesse mortes, e doenças, e crimes? Algum dia...! Eles nem sabem ao certo em que dia nasci. E a hora: uma convenção. Decidiram festejar-Me à meia-noite, mas quantas meias-noites há na Terra? Numa só noite, nasço tantas vezes quantos os fusos horários!
Abri a boca, porém Ele disparou:
– Dois mil anos, Pedro. Dois mil Natais traídos. Não haverá mais nenhum. já decidi.
Ficou calado enquanto ganhava os traços fisionómicos de um pequeno Chinês. Decidi-me a falar:
– Senhor: não foram eles concebidos com sexos, desejos, paixões e instintos? Não estão sujeitos à morte e à doença e à luxúria e à miséria e a uma muito breve e insatisfatória felicidade?
Baixei a voz para rematar: – E não estão eles à espera... há muito mais que dois mil anos... de um Sinal inegável e irrecusável?
Ele fixou-me com intensidade: – Queres dizer que a culpa... que foi tudo mal planeado e mal executado?
Curvei humildemente a cabeça.
– Não. Não me atrevo a dizer seja o que for, não quero renegar-Vos outra vez. Mas considerai, suplico-Vos: pode bem ser que ainda haja neste momento, lá em baixo, um deles que esteja à Vossa espera, sinceramente e verdadeiramente. Um só, perdido entre biliões.
Não sei quanto tempo ali ficámos a olhar-nos. De repente, Ele encaminhou-se para a Câmara de Transformação, abriu a escotilha e virou-se de novo para mim.
– Está bem, Pedro. Com esse argumento...
Sorri-Lhe, aliviado. Devolveu-me o sorriso e entrou na Câmara.
Mas por um instante, um milésimo de segundo, quando voltava a ser um Menino negro, vi que os Seus olhos eram agora os de um velho. Cansados, mortalmente cansados e tristes.
Quando saí da Sala, o Arcanjo Supervisor e os seus Anjos, que ainda estavam junto da porta, felicitaram-me com entusiasmo. Não lhes respondi.
Avancei pelo corredor deserto, levando comigo a memória daqueles olhos em que cabia toda a mágoa do Universo.
© João Aguiar, O Canto dos Fantasmas, 2ª ed. revista, Porto, Edições Asa, 1999, pp. 90-94 (reprodução autorizada pelo autor) Inhttp://alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/aguiar3.htm
sábado, maio 29, 2010
Deixem as ideias crescer
sexta-feira, maio 07, 2010
quinta-feira, maio 06, 2010
MInha alma tem pressa
Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora.Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas.
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.
'As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos'.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade,
E para mim, basta o essencial!
Volver a los diecisiete-Mercedes Sosa-Veloso-Gal-Buarque-Nascimento-Viol...
segunda-feira, maio 03, 2010
sábado, maio 01, 2010
sexta-feira, abril 30, 2010
domingo, abril 25, 2010
sábado, abril 24, 2010
domingo, abril 18, 2010
Conjuras
Nunca agradecerei o suficiente o olho certeiro do blogue A Natureza do Mal para imagens como esta. O texto também vale a a pena. Ide até lá ler.
sexta-feira, abril 16, 2010
quinta-feira, abril 15, 2010
Babel - muitas línguas para re-acordar a curiosidade
Dedicado a quem é francófilo
“...Les hommes parlaient tous la même langue.
En ce temps-là, comme aujourd’hui, ils ne faisaient que se plaindre du temps;
les femmes de leur mari, les époux de leur femme, gémir sur leur santé et l’approche de la mort.
Cette litanie était devenue si monotone que personne n’écoutait plus personne.
Sachant d’avance, à quelque mots près ce que l’autre allait dire, on ne lui prêtait plus la moindre attention.
C’est donc pour échapper à l’indifférence et à l’ennui que nous nous serions lancés dans cette construction inepte. (...) la tour se serait édifiée dans un silence de mort. Dieu qui contemplait ce gâchis avec un sourire navré aurait alors, dans son infinie miséricorde, créé toutes ces langues, dialectes ou patois différents pour réveiller une curiosité qui s’était éteinte.”
quarta-feira, abril 14, 2010
segunda-feira, abril 12, 2010
domingo, abril 11, 2010
Reading & School = Leitura & Escola
Reading is taught as if it’s a transferable skill. It’s assumed that once children learn how to convert printed symbols into sounds and words, or “decode,” they can be taught to read anything by practicing strategies such as “find the main idea” and “question the author.”
But cognitive science has shown that comprehension is “domain specific.” If you can comprehend this op-ed, it doesn’t mean you can also comprehend Kant’s Critique of Pure Reason. Several studies show that “poor” readers suddenly look quite strong when reading on subjects they know a lot about, and “strong” readers who have weak subject knowledge, suddenly look quite weak. Despite this finding, students are boringly and time-wastingly taught to practice formal strategies on trivial fictions as though these strategies will somehow replace the subject-matter knowledge needed to become broadly literate.
Transforming the elementary school “literacy block” into a rich, meaningful and sustained engagement with subject matter would be the single greatest transformation of instructional time in decades. If there is one Big Idea that can help arrest the decline of reading achievement in American schools, this is the one.
Ler mais aqui - More here
sábado, abril 10, 2010
Conclusões do 10º Congresso BAD
segunda-feira, março 29, 2010
Pela biblioteca em cada escola, e logo desde pequeninos...
domingo, março 21, 2010
Cuscos de Vinhais = Portuguese Couscous
e um fabuloso documentário sobre os cuscos, ou carola, ou couscous de... Vinhais, em Trás os Montes (Portugal)
A gentileza veio pela Ervilha Cor de Rosa, blog de Rosa Pomar, famosa retroseira 2.0
Lemo-nos nos sabores e nos gestos, e neles se entendem irmandades e saberes de longo alcance, aqui com cheiro a Magreb nas Terras Altas da Ibéria, madres do trigo Barbela.
Bom apetite, e bom proveito.
Sábado leitor
http://ww1.rtp.pt/blogs/programas/estesabado/?k=Entrevista-a-Fernando-Pinto-do-Amaral.rtp&post=7178
quarta-feira, março 17, 2010
Toy Maker, me and you Fazedor de brinquedos, eu e tu
quarta-feira, março 10, 2010
sexta-feira, março 05, 2010
Saudades de Mestre Rogério Fernandes
A educação é fundamentalmente ética. Assenta sempre num dever-ser. Por isso, julgo que essa interacção entre as equipas mais velhas e as mais novas pode ser mutuamente frutuosa e contribuir para a escola plural.
Rogério Fernandes (200-?) Entrevista em A Página, Nº 8
Ao contrário do angustiado professor que se perguntava qual era o cacique a quem mais lhe convinha servir, o estatuto que a nova equipa da Direcção Geral do Ensino Básico atribuía ao docente era o de cidadão pleno, o que lhe criava o dever de intervenção cívica consciente. Não se tratava de fazer do professor (…) um propagandista de qualquer regime, de qualquer partido ou de qualquer seita. O professor deveria ser além de docente, na acepção verdadeira da palavra, um dinamizador cultural do seu meio em ordem à reconstrução da nação que o fascismo deixara devastada (…). Reconstruir a nação (…) seria sim libertar as energias criadoras do povo, promovendo a sua emancipação concreta no plano material e espiritual, de acordo com uma larga perspectiva racionalista e científica, de tal sorte que a opressão e a exploração do homem pelo homem desaparecessem para sempre da nossa terra.
Rogério Fernandes (1977), Discurso enquanto Director Geral da Educação, citado aqui
segunda-feira, março 01, 2010
Histórias & Poder
Combater a única história sobre povos e lugares, contra o estereótipo que nos rouba a dignidade e nos afasta do Paraíso. Palavras claras da nigeriana Adichie.
domingo, fevereiro 28, 2010
Biblioburro
Luiz Soriano, professor, Colombia
Mais informação em www.ayokaproductions.org
Agradecendo o link ao Terrear
quinta-feira, fevereiro 25, 2010
Prioridade CI Cultura da Infância

As creches e os jardins-de-infância deveriam constituir prioridade no sistema de ensino, privilegiando um ambiente familiar e não tendo a preocupação de criar uma escola em ponto pequeno, porque antes da aprendizagem das letras convém garantir um mínimo de bem-estar emocional que as permita compreender.
A cultura da infância é a única forma de fazer o país progredir.
domingo, fevereiro 21, 2010
Paixão
segunda-feira, fevereiro 01, 2010
Estamos a tempo de derrotar o medo
Abandonaram a avaliação individual – aliás, esses patrões estavam totalmente fartos dela.Durante um encontro que tive com o presidente de uma das empresas, ele confessou-me, após um longo momento de reflexão, que o que mais odiava no seu trabalho era ter de fazer a avaliação dos seus subordinados e que essa era a altura mais infernal do ano. Surpreendente, não? E a razão que me deu foi que a avaliação individual não ajuda a resolver os problemas da empresa. Pelo contrário, agrava as coisas.Neste caso, trata-se de uma pequena empresa privada que se preocupa com a qualidade da sua produção e não apenas por razões monetárias, mas por questões de bem-estar e convivialidade do consumidor fi nal. O resultado é que pensar em termos de convivialidade faz melhorar a qualidade da produção e fará com que a empresa seja escolhida pelos clientes face a outras do mesmo ramo.Para o conseguir, foi preciso que existisse cooperação dentro da empresa, sinergias entre as pessoas e que os pontos de vista contraditórios pudessem ser discutidos. E isso só é possível num ambiente de confiança mútua, de lealdade, onde ninguém tem medo de arriscar falar alto.Se conseguirmos mostrar cientificamente, numa ou duas empresas com grande visibilidade, que este tipo de organização do trabalho funciona, teremos dado um grande passo em frente.
domingo, janeiro 24, 2010
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Senhores, sou mulher de trabalho, e falo com poucas maneiras, porque as maneiras, são como a luva que calça o ladrão. Ás vezes, eu ponho-me...
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PORTUGAL (de Jorge Sousa Braga, 1981) Portugal Eu tenho vinte e dois anos e tu às vezes fazes-me sentir como se tivesse oitocentos Que ...
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O anel que tu me deste era de vidro e quebrou-se O amor que tu me tinhas era pouco e acabou-se Cancioneiro popular português Faz agora um an...




