quinta-feira, janeiro 27, 2011

Sindicato dos Professores da Região Centro: Posição SPRC: protestos dos patrões

Posição da Associação do Ensino Particular, pela voz do seu vicepresidente, aqui

Protestos a decorrer, notícias aqui

terça-feira, janeiro 25, 2011

livraria quer-se pequenina

Google e Apple comprarão editoras, menos livrarias e mais pequenas

Small is beautiful...

Fonte inspiradora: LecturaLab

ler reune e acrescenta

Desenho do Miguel Horta para um texto de reler sempre, de Herberto Helder

Teoria das cores

Era uma vez um pintor que tinha um aquário com um peixe vermelho. Vivia o peixe tranquilamente acompanhado pela sua cor vermelha até que principiou a tornar-se negro a partir de dentro, um nó preto atrás da cor encarnada. O nó desenvolvia-se alastrando e tomando conta de todo o peixe. Por fora do aquário o pintor assistia surpreendido ao aparecimento do novo peixe.

O problema do artista era que, obrigado a interromper o quadro onde estava a chegar o vermelho do peixe, não sabia que fazer da cor preta que ele agora lhe ensinava. Os elementos do problema constituíam-se na observação dos factos e punham-se por esta ordem: peixe, vermelho, pintor — sendo o vermelho o nexo entre o peixe e o quadro através do pintor. O preto formava a insídia do real e abria um abismo na primitiva fidelidade do pintor.

Ao meditar sobre as razões da mudança exactamente quando assentava na sua fidelidade, o pintor supôs que o peixe, efectuando um número de mágica, mostrava que existia apenas uma lei abrangendo tanto o mundo das coisas como o da imaginação. Era a lei da metamorfose.

Compreendida esta espécie de fidelidade, o artista pintou um peixe amarelo.

Pratiquemos pois a teoria. A cores :)

segunda-feira, janeiro 24, 2011

quinta-feira, janeiro 13, 2011

Sul Azul: Dez espantosas bibliotecas de escolas básicas nos EUA


As Bibliotecas Itinerantes de Lisboa

A Nave Voadora - Directório de Bibliotecas Itinerantes Portuguesas Home - A Nave Voadora - Directório de Bibliotecas Itinerantes Portuguesas


Bibliomóvel de Vila Franca de Xira

Bibliotecas Públicas - Projecto de Lei vai a votos amanhã na Comissão Parlamentar

Será que desta vez conseguimos ter uma Lei a garantir que sempre haverá bibliotecas públicas associadas à própria essência do Estado Democrático, seja qual for o concelho, a ideia do autarca e a ideologia do governante no Ministério da Cultura e o valor da assinatura de protocolos?

Garantindo efectivos serviços de biblioteca pública para todos os cidadãos, uma lei por si só não faz aparecer recursos mas marca o sentido da República e o rumo da gestão desses recursos (de todos) reforçando mais este sustento e sustentáculo da democracia na vida de cada um de nós, e de todos, pois o conhecimento é um dos bens comuns mais vitais.
Este projecto de lei é perfeito? Não é, mas para isso há deputados para trabalhar num texto melhor, e uma Comissão. O coração desta lei está no lugar certo, o da liberdade do conhecimento para toda a gente e por toda a gente, que garanta democracia real do livro que se lê ou escreve porque se quer e gosta, e não porque se tem orçamento para isso.

Argumentos financistas colherão apenas junto de quem não valoriza a partilha que é a tradição das bibliotecas públicas, e não queira honrar a República que criou o depósito legal, por exemplo, há quase 100 anos, num tempo de cofres bem magros, mas felizmente de mentes bem largas. Que os actuais deputados se iluminem também e o voto nasça coerente e consciente de que as leis podem e devem fazer a diferença nas maneiras de viver e de ser, no futuro dos nossos filhos e netos. Podem crer: já há muitos portugueses a valorizar serviços públicos de bibliotecas, muitos mais do que se pode ler/escrever nos Orçamentos. Dêem-lhes visibilidade com esta Lei.

Maria José Vitorino
eleitora recenseada desde 1975

segunda-feira, janeiro 10, 2011

The hyperlinked school library: engage, explore, celebrate « Tame The Web

Findings of a 2007 study by the Organisation for Economic Co-operation and Development (OECD), including:



That means ensuring there are enough qualified teacher librarians as well as maintaining and improving infrastructure. Having a new or refurbished school library is important, but the full potential of these resources cannot be realised without a qualified teacher librarian in place as well.


Biblioteca em hiperligações





What emerging trends are changing libraries? What does a connected world of “continuous computing” mean for 21st Century libraries. This presentation provides a roadmap toward becoming the Hyperlinked Library: transparent, participatory, playful, user-centered and human,while still grounded in our foundations and values.


Ler mais de Michael Stephens, aqui:



http://tametheweb.com/the-hyperlinked-library/

50 sítios com ebooks gratuitos « Ler ebooks


terça-feira, janeiro 04, 2011

futuro do livro, i-futuro...

Los procesos de cambio tecnológico no afectan únicamente al soporte sino también al discurso, como sugiere Cameron Leckie (2010), a las metáforas que lo alimentan y a su contextualización. Volviendo a Derrida, la desaparición del libro es también el nacimiento del libro y el comienzo de la escritura-lectura


Cordon, J. A. (2010) El final del libro y el principio de la lectura: los libros electrónicos y el fenómeno Ipad

PISA : les résultats des différents pays - LeMonde.fr

Gráficos interactivos sobre os resultados do PISA 2003-2009, permitem leitura país por país


segunda-feira, janeiro 03, 2011

RBE: Newsletter 06

Last 2010 Newsletter from Portuguese School Libraries Network.

A última Newsletter da RBE, saída agora mesmo.


Charles Aznavour et Grand Corps Malade - Tu Es Donc J'apprends - Live


Grand Corps Malade
Charles Aznavour



Tu es donc j'apprends
- J'étais assis sur un banc, cinq minutes avec moi
Perdu dans mes pensées qui me parlaient sans voix
Dans un parc un peu désert, sous un ciel sans couleur
Un moment, un peu d'air, dans une bulle sans humeur
Un vieil homme approcha, fermant ainsi cette parenthèse
Il s'assit à côté de moi et me regarda, l'air à l'aise
Avec un regard confiant, il me dit cette phrase sans astuce
"Quel dommage que les gens ne se parlent pas plus"

- Jeune homme croyez-moi, j'ai un peu d'expérience
Je ne vous connais pas, je m'assois près de vous
Si les gens se parlaient, les choses auraient un sens
Je vous parle et pourtant, je suis tout sauf un fou
C'est juste que je sais -privilège de l'âge-
Que l'humain est moins sot, s'il est un peu curieux
Que l'humain est plus fort quand il croit au partage
Qu'il devient plus beau quand il ouvre les yeux

{Refrain:}
L'homme est un solitaire qui a besoin des autres
Et plus il est ouvert et plus il devient grand
Découvrez ma culture, j'apprendrai la vôtre
Je pense, donc je suis et tu es, donc j'apprends

Nous avons pris le temps de voir nos différences
De mélanges et rencontres, il faut franchir le seuil
Parlons aux inconnus, sortons de l'ignorance
Faisons de notre monde un terrain sans orgueil
Comme on croise nos voix, croisons nos habitudes
Nous quitterons ce parc plus riches qu'en entrant
Cessons de voir petit, prenons de l'altitude
Partageons nos idées, nos valeurs, notre temps

{au Refrain}

Je pense, donc je suis et tu es, donc j'apprends

domingo, janeiro 02, 2011

Ideias perigosas para Portugal

João Caraça:

Uma ideia revolucionária caracteriza-se por transformar de tal forma as condições existentes, que depois dessa ideia estar em prática não conseguimos pensar como era antes. Mas isso apenas acontece com as grandes ideias, aquelas que são partilhadas por muitas pessoas. As ideias não começam assim. As ideias revolucionárias começam como ideias perigosas.

Aliás, todas as ideias são perigosas porque são novas, no sentido em que têm potencial, podem não dar nada ou dar tudo. Tudo o que temos hoje começou por ser uma ideia pequenina, que se transformou pela nossa evolução cultural.O novo é sempre uma transgressão em relação ao que existe. As ideias são perigosas porque são atractivas e vão contra um poder. Quanto maior é o poder, mais perigosas são as ideias.


in Revista Alice, divulgando o livro e um debate de lançamento do mesmo, em Lisboa, Dezembro de 2010

sábado, janeiro 01, 2011

Concerto de Gilberto Gil na sede da ONU

Foi há mais de sete anos que um Ministro da Cultura de um país lusófono celebrou na ONU a Paz, em memória de homens e mulheres assassinados nesse combate, Sérgio Vieira de Mello e mais... E a gente dançou, entre palavras nossas e batuque, de repente todos humanos, burocratas ou não.

Saravá!

Bom ano! Contra as inevitabilidades, a imaginação e a porfia.