Mais informação aqui
Os passos a que ando, um atrás do outro, como as letras em carreirinha, do fim para o princípio.
Mostrar mensagens com a etiqueta Matilde Rosa Araújo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Matilde Rosa Araújo. Mostrar todas as mensagens
domingo, setembro 26, 2010
terça-feira, julho 06, 2010
Matilde Rosa Araújo

Vou usar uma fita vermelha e um sorriso o mais parecido que puder com o seu, tão doce.
Ela merece.
Por causa dela, também por causa dela, descobri que ser professor(a) não é (apenas) ter um Estatuto.
É ser doutra estatura.
Eu ensinava numa escola velha, escura. Cheia do barulho da rua, dos «eléctricos» que passavam pelas calhas metálicas. Dos carros que continuamente subiam e desciam a calçada. Até das carroças com os seus pacientes cavalos.
A escola era muito triste. Feia. Mas eu entrava nela, ou digo antes, em cada aula, e todo o sol estava lá dentro. Porque via aqueles rostos, trinta meninas, olhando para mim, esperando que as ensinasse.
O Quê? Português, francês. Hoje sei, acima de Tudo, o amor da vida. Com toda a minha inexperiência. Com todos os meus erros. Porque um professor tem de aprender todos os dias. Tanto, quase tanto ou até muito mais que os alunos.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
-
Senhores, sou mulher de trabalho, e falo com poucas maneiras, porque as maneiras, são como a luva que calça o ladrão. Ás vezes, eu ponho-me...
-
PORTUGAL (de Jorge Sousa Braga, 1981) Portugal Eu tenho vinte e dois anos e tu às vezes fazes-me sentir como se tivesse oitocentos Que ...
-
O anel que tu me deste era de vidro e quebrou-se O amor que tu me tinhas era pouco e acabou-se Cancioneiro popular português Faz agora um an...