segunda-feira, julho 28, 2014

For Rare Languages, Social Media Provide New Hope : All Tech Considered : NPR

An Aymara woman prepares to take part in a pageant in La Paz, Bolivia, in 2013. Jaqi-Aru, a community of volunteers is working on translating the Facebook interface in the indigenous language of Aymara.Juan Karita/AP


For Rare Languages, Social Media Provide New Hope : All Tech Considered : NPR

SERGIO DOGLIANI [non-bibliotecario] | letto&detto



Idea Store - uma rede de bibliotecas em Londres, com um outro conceito.



De uma entrevista de um dos seus responsáveis (em italiano):



4. Come definiresti la biblioteca?Quella pubblica? Dipende a chi ci rivolgiamo: un punto d’incontro, un campo neutro, un rifugio, un magazzino, un distributore, un deposito, un palcoscenico, un trampolino, un laboratorio, un baluardo, un avamposto, una trincea, un’oasi, un’incubatrice, un crocevia, un crogiuolo, una scatola di Pandora.O “una piazza del sapere”, come la definisce la mia amica Antonella Agnoli.




SERGIO DOGLIANI [non-bibliotecario] | letto&detto

segunda-feira, julho 21, 2014

Sixth BRICS Summit – Fortaleza Declaration

A cimeira das 5 economias emergentes assinou um tratado que estabelece um instrumento financeiro comum, NDB, New Development Bank. 15 Julho 2014, Fortaleza, Brasil

3 dias depois, a Unesco apoia a declaração, que reforça a importância da educação igualitária, inclusiva e de qualidade, e o reforço da cooperação nesse sentido.



Sixth BRICS Summit – Fortaleza Declaration

quinta-feira, julho 10, 2014

Chegou a hora de a Europa aprender com o resto do mundo - PÚBLICO



“Nalguns sítios, caímos no horror de viver a vida para trabalhar como se a vida não fosse outra coisa que não uma meta. E deixámos de viver momentos que, muitas vezes, são mais vida, são mais vitais, do que o trabalho e a suposta auto-realização.”
Coimbra, CES, julho 2014

Chegou a hora de a Europa aprender com o resto do mundo - PÚBLICO

quarta-feira, julho 09, 2014

181º aniversário da Biblioteca Pública Municipal do Porto


9 de Julho de 1833
Decreto do estabelecimento da Real Bibliotheca Publica do Porto
O decreto é precedido de um Relatório de Cândido José Xavier que começa com a frase:
«Senhor! A ignorancia é a inimiga mais irreconciliavel da Liberdade»
e depois fala de
«estabelecer depositos de todos os conhecimentos humanos, aonde os Cidadãos possam vir livremente consultar as fontes da sciencia, ou estancar a sede louvavel de Instrucção: o estabelecimento pois de Biblithecas publicas é o complemento de todo o systema instructivo, e não será sem fundamento dizer-se que pelo número destes estabelecimentos em cada um dos Paizes civilizados se póde avaliar sem erro a Instrucção comparativa dos seus habitantes.».

Com vénia à Manuela Barreto Nunes, que nos lembrou.

O que é ler?

João Costa, 2014

sábado, julho 05, 2014

Biodiversity Heritage Library

Ladrões de Bicicletas: «O objectivo era economizar, reduzir, cortar... e o resultado é uma dívida maior»



"A quem é que serviu o resgate? Que foi resgatado? Em primeiro lugar foi resgatada a banca portuguesa, que tinha perdido o acesso aos mercados internacionais e tinha entrado numa situação de falta de liquidez. Em segundo lugar, o resgate foi para os bancos credores da banca portuguesa (e do Estado português também). E portanto quem é que não foi resgatado? Quem não foi resgatado foi o conjunto dos cidadãos contribuintes portugueses e o conjunto de cidadãos contribuintes europeus. Não foram penas os cidadãos portugueses que ficaram a perder nesta forma de intervir da União Europeia. Foi o conjunto dos cidadãos europeus que passaram a ser responsáveis por dívida e por créditos que anteriormente eram privados."
Transcrição da excelente entrevista de José  Castro Caldas (Antena Um, 2014)


Ladrões de Bicicletas: «O objectivo era economizar, reduzir, cortar... e o resultado é uma dívida maior»

quinta-feira, julho 03, 2014

Nenhum socialismo real será possível se a cultura não foi posta em comum

(...)


Sabemos muito claramente o que não queremos. Não queremos a violência, não queremos que a liberdade seja sofismada. Não queremos nem inquisições nem perseguições. Não queremos política da terra queimada. Não queremos política imposta. E no plano da cultura queremos acima de tudo que a política não seja anti-cultura.

A demagogia é a traição cultural da revolução. Porque a demagogia é a arte de ensinar um povo a não pensar. Um provérbio africano diz: Uma palavra que está sempre na boca transforma-se em baba. Não queremos continuar a suportar a baba dos slogans.
Querer fazer política cultural quando os meios de comunicação estão inundados de demagogia é uma incoerência radical. O ministro da comunicação referiu-se ao facto de o trabalho dos artistas ser agora pago pelo povo. Também muitos jornais são agora pagos pelo povo e todos os dias custam ao povo uma despesa escandalosa.
A cultura é cara. A incultura acaba sempre por sair mais cara. E a demagogia custa sempre caríssimo. 
Sophia de Mello Breyner Andresen, Portugal, 12.07,1075



Ler mais: http://expresso.sapo.pt/em-defesa-da-cultura-o-texto-que-sophia-escreveu-para-o-expresso=f879082#ixzz36PheCHbK



Em defesa da cultura. O texto que Sophia escreveu para o Expresso - Expresso.pt

Herdar a liberdade e a dignidade do ser


"O artista não é, e nunca foi, um homem isolado que vive no alto duma torre demarfim. O artista, mesmo aquele que mais se coloca à margem da convivência, influenciará necessariamente, através da sua obra, a vida e o destino dos outros. Mesmo que o artista escolha o isolamento como melhor condição de trabalho e criação, pelo simples facto de fazer uma obra de rigor, de verdade e de consciência ele irá contribuir para a formação duma consciência comum. Mesmo que fale somente de pedras ou de brisas a obra do artista vem sempre dizer-nos isto: que não somos apenas animais acossados na luta pela sobrevivência mas que somos, por direito natural, herdeiros da liberdade e da dignidade do ser."
Sophia

terça-feira, julho 01, 2014

Um livro perdido



Vivemos numa civilização que se constrói sobre uma perda de memória. A lufa-lufa do dia-a-dia existe para que esqueçamos que as coisas não são inevitáveis
Somos todos feitos por livros, muitos dos quais nem sequer vamos ler. As nossas memórias perduram nas páginas escritas. São milhares de vidas que vivemos, num curto espaço de tempo em que existimos, quando lemos as letras que outros nos deixaram inscritas.


Nuno Ramos de Almeida, 2014, aqui:



Um livro perdido | iOnline