segunda-feira, março 29, 2010

Pela biblioteca em cada escola, e logo desde pequeninos...

Uma brochura janotíssima para melhor argumentar com directores e outros decisores que tanta diferença fazem no caminho das bibliotecas nas escolas dos primeiros anos.
Viva a SLA!

domingo, março 21, 2010

Cuscos de Vinhais = Portuguese Couscous

Andava eu a pensar na criação e na poesia, saltou-me um blog ao caminho
e um fabuloso documentário sobre os cuscos, ou carola, ou couscous de... Vinhais, em Trás os Montes (Portugal)



A gentileza veio pela Ervilha Cor de Rosa, blog de Rosa Pomar, famosa retroseira 2.0

Lemo-nos nos sabores e nos gestos, e neles se entendem irmandades e saberes de longo alcance, aqui com cheiro a Magreb nas Terras Altas da Ibéria, madres do trigo Barbela.


Bom apetite, e bom proveito.

Sábado leitor

Entrevista de quase 18 minutos a Fernando Pinto do Amaral, comissário do Plano Nacional de Leitura. RTP e Antena 1 (Portugal), na véspera do Dia Mundial da Poesia 21 de Março de 2010. Conduzida por Rosário Lira

http://ww1.rtp.pt/blogs/programas/estesabado/?k=Entrevista-a-Fernando-Pinto-do-Amaral.rtp&post=7178

quarta-feira, março 17, 2010

Toy Maker, me and you Fazedor de brinquedos, eu e tu





Brinquedos de papel

Desenhar, vincar, dobrar e construir brinquedos de papel
Brincar
Sonhar
Antecipar

Ler

Um belo site, aqui
(agradeço a dica à Beatriz)

quarta-feira, março 10, 2010

Ler, Ler, Ler - A Casa do Folhas: Bibliocatalog na Casa do Folhas

Ler, Ler, Ler - A Casa do Folhas: Bibliocatalog na Casa do Folhas

Quem disse que o catálogo online e no computador
não adianta para alimentar em cada menino um leitor?

Quem pensa que bibliotecário e professor
não podem ambos ajudar a crescer esse leitor?

Quem teme experimentar usar sem dor
a palavra amiga a palavra amigo o dia com cor?

Póvoa da Galega, Portugal, 2010

sexta-feira, março 05, 2010

Saudades de Mestre Rogério Fernandes


A educação é fundamentalmente ética. Assenta sempre num dever-ser. Por isso, julgo que essa interacção entre as equipas mais velhas e as mais novas pode ser mutuamente frutuosa e contribuir para a escola plural.
Rogério Fernandes (200-?) Entrevista em A Página, Nº 8
Ao contrário do angustiado professor que se perguntava qual era o cacique a quem mais lhe convinha servir, o estatuto que a nova equipa da Direcção Geral do Ensino Básico atribuía ao docente era o de cidadão pleno, o que lhe criava o dever de intervenção cívica consciente. Não se tratava de fazer do professor (…) um propagandista de qualquer regime, de qualquer partido ou de qualquer seita. O professor deveria ser além de docente, na acepção verdadeira da palavra, um dinamizador cultural do seu meio em ordem à reconstrução da nação que o fascismo deixara devastada (…). Reconstruir a nação (…) seria sim libertar as energias criadoras do povo, promovendo a sua emancipação concreta no plano material e espiritual, de acordo com uma larga perspectiva racionalista e científica, de tal sorte que a opressão e a exploração do homem pelo homem desaparecessem para sempre da nossa terra.
Rogério Fernandes (1977), Discurso enquanto Director Geral da Educação, citado aqui

O primeiro livro que li sobre bibliotecas escolares, dos Livros Horizonte, foi-me sugerido pelo Rogério Fernandes. A Biblioteca do Educador Profissional ensinou-me a respeitar o seu nome, e n'O Professor e na Vértice aprendi o valor das suas palavras, postura e ideias, como as desse outro Mestre, o extraordinário Rui Grácio. Com eles aprendi a chave dos círculos de estudo, da partilha no coração do fôlego, que vive do ar que não se respira sozinho, do sopro comum que alimenta o canto diferente de cada voz. O bom sabor da generosidade, sem idade nem cálculo, pois não há tempo a perder nesta vida tão curta. O laço forte da liberdade.

Ao longo da vida nos encontrámos e reencontrámos, mais ou menos por acaso, em combates nem sempre ganhos, nem sempre totalmente perdidos, sempre do mesmo lado. E também em conversas saborosas e estimulantes.
Um homem livre, um homem bom, um Sábio que nos ajudou a descobrir o que queríamos compreender, a ganhar consciência do mundo e dos viventes, a confirmar o amor à Educação e ao ensino como amor à Humanidade, e o valor do tempo na criação, na acção e no pensamento.

Uma honra tê-lo conhecido. Um privilégio não o esquecer.
A falta que nos vai fazer... A falta que me faz!

Notícias aqui e aqui

segunda-feira, março 01, 2010

Histórias & Poder


Combater a única história sobre povos e lugares, contra o estereótipo que nos rouba a dignidade e nos afasta do Paraíso. Palavras claras da nigeriana Adichie.
Legendado em português, tradução com falhas mas que mesmo assim ajuda.

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