quinta-feira, fevereiro 25, 2010

Prioridade CI Cultura da Infância


As creches e os jardins-de-infância deveriam constituir prioridade no sistema de ensino, privilegiando um ambiente familiar e não tendo a preocupação de criar uma escola em ponto pequeno, porque antes da aprendizagem das letras convém garantir um mínimo de bem-estar emocional que as permita compreender.

A cultura da infância é a única forma de fazer o país progredir.

Daniel Sampaio, Pública, 2010.02.21

domingo, fevereiro 21, 2010

Paixão


Fabulosa história de uma grande contadora, Isabel Allende, cortesia TED, alimento de imaginar. Legendas em língua portuguesa (BR). Som em língua inglesa (EUA). Olhar, silêncios e sorrisos não precisam tradução.

segunda-feira, fevereiro 01, 2010

Estamos a tempo de derrotar o medo

O que fizeram?
Abandonaram a avaliação individual – aliás, esses patrões estavam totalmente fartos dela.
Durante um encontro que tive com o presidente de uma das empresas, ele confessou-me, após um longo momento de reflexão, que o que mais odiava no seu trabalho era ter de fazer a avaliação dos seus subordinados e que essa era a altura mais infernal do ano. Surpreendente, não? E a razão que me deu foi que a avaliação individual não ajuda a resolver os problemas da empresa. Pelo contrário, agrava as coisas.
Neste caso, trata-se de uma pequena empresa privada que se preocupa com a qualidade da sua produção e não apenas por razões monetárias, mas por questões de bem-estar e convivialidade do consumidor fi nal. O resultado é que pensar em termos de convivialidade faz melhorar a qualidade da produção e fará com que a empresa seja escolhida pelos clientes face a outras do mesmo ramo.
Para o conseguir, foi preciso que existisse cooperação dentro da empresa, sinergias entre as pessoas e que os pontos de vista contraditórios pudessem ser discutidos. E isso só é possível num ambiente de confiança mútua, de lealdade, onde ninguém tem medo de arriscar falar alto.
Se conseguirmos mostrar cientificamente, numa ou duas empresas com grande visibilidade, que este tipo de organização do trabalho funciona, teremos dado um grande passo em frente.

Entrevista a Christophe Dejours, Público, 30.01.2010