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quinta-feira, abril 02, 2015

Colectivo? Inteligente



«No nosso mundo, nem havia vencedor. Apenas havia corredor. Corredor de fundo. Ser e pertencer, essa era a única ordem implícita na competição em desordem que nos envolvia.»Lídia Jorge


"O planeta não precisa de mais 'pessoas de sucesso'. O planeta precisa desesperadamente de mais pacificadores, curadores, restauradores, contadores de histórias e amantes de todo tipo. Precisa de pessoas que vivam bem nos seus lugares. Precisa de pessoas com coragem moral dispostas a aderir à luta para tornar o mundo habitável e humano, e essas qualidades têm pouco a ver com o sucesso tal como a nossa cultura o tem definido."
Dalai Lama


Há pequenas coisas que por vezes têm o condão de nos abrir as portas da reflexão. Esta semana, tive de pensar na prosaica substituição de uma pessoa num grupo de trabalho.
Quem sabe esta paragem para pensar se deva também à aproximação de mais um 25 de abril, em tempos nada fáceis para as bandeiras da liberdade, da solidariedade e da justiça. Preciosas bandeiras que, aliás, nunca foram fáceis de construir e de erguer.
Porque temos grupos de trabalho e não pessoas isoladas a tratar de certos assuntos? Não apenas para dividir tarefas – para isso seria melhor uma estrutura hierárquica, um chefe e ajudantes. Valorizamos o trabalho coletivo, a riqueza que decorre de haver diferentes opiniões com o mesmo direito a ser ouvidas e a ouvir os outros, para ponderar e aprender e não apenas para decidir, mandar e obedecer, e a força que resulta de uma equipa de iguais.
No fim de contas, também por ideologia. Porque se queremos uma sociedade melhor, vamos procurá-la de acordo com os nossos sonhos, que são diferentes conforme os nossos desejos e medos, os nossos valores, aquilo em que acreditamos.
Somos de direita ou de esquerda, conservadores ou transformadores, porque escolhemos pertencer a sonhos diferentes. Vivemos em democracia, lutamos por ela, porque insistimos em pertencer a comunidades com diversidade e respeito pela diversidade, mesmo, e sobretudo, a de quem não partilha os nossos sonhos pessoais.
Lutar por boas equipas, grupos de trabalho e coletivos não é fácil, mas desse combate diário depende a saúde da democracia, para que haja mais gente a viver bem nos seus lugares.
Corredores de fundo, com coragem e valor, em caminhos discretos ou na ribalta, são preciosos para derrotar a desordem que nos ameaça. Procurá-los, encontrá-los e estimá-los é, no mínimo, inteligente.




domingo, junho 16, 2013

Professores em luta



Estive lá, e pareeceram-me muitos mais que 50 mil.
A razão principal pode até ser só uma, mas tem força que baste: defender a qualidade na escola pública num país democrático.

Fotogaleria

domingo, maio 19, 2013

Para um futuro decente

Imagem daqui



4.6.1 Um Estado Social promotor do investimento, da criação de emprego e do desenvolvimento

4.6.1.1 Para promover o desenvolvimento é necessária uma administração pública moderna,
desburocratizada e eficiente, orientada pela ética do serviço público, que sirva adequadamente os
cidadãos e organize a sociedade e a economia. Um Estado que exerça as suas funções reguladoras
sem se deixar capturar pelos regulados. É necessário um sistema de justiça mais eficiente e que
garanta a igualdade de acesso e os direitos dos cidadãos. É necessário investimento público
orientado para o desenvolvimento das cidades e outros territórios, dos transportes públicos e
infraestruturas de transportes, ou de sectores da economia em que o capital privado não investe. É
necessária a elevação da literacia e da cidadania em todas as gerações, das qualificações nas Escolas e nas Universidades públicas, o acesso a bens culturais, a saúde, a proteção social e a segurança na velhice. Tudo isto são bens que só o Estado Social, não o mercado, pode assegurar.

Ler mais aqui

sábado, maio 11, 2013

Reunidos em assembleia...


MOÇÃO APROVADA EM PLENÁRIO DE PROFESSORES DA ESFH , EM GUIMARÃES, EM DEFESA DA ESCOLA PÚBLICA E DO TRABALHO DOS PROFESSORES

Os professores da Escola Secundária Francisco de Holanda, de Guimarães, reunidos em plenário e abaixo assinados, tomando em consideração as políticas deste Governo e do Ministério da Educação, nomeadamente:

1. o esgotamento e empobrecimento da Escola Pública através de turmas sobrelotadas, dificultando inaceitavelmente o trabalho pedagógico com os alunos, prejudicando particularmente aqueles com mais dificuldades e desvantagens sociais;

2. o horário de trabalho letivo dos professores, de 22 horas [25 h no 1º ciclo e JI], contadas ao minuto, a que se somam mais 13 horas não letivas, num montante total de 35 horas semanais, mas manifestamente abaixo do trabalho efetivamente realizado, sem qualquer direito a horas extraordinárias;

3. o número crescente de turmas e alunos por professor, alcançando cerca de 150 alunos num grande número de casos e, noutros, podendo chegar aos 200;
4. a [necessidade de], diminuição de horas de trabalho para que os professores possam relacionar-se diretamente com as famílias dos seus alunos, condição essencial do sucesso educativo das crianças e jovens;

5. o completo congelamento das carreiras e progressões profissionais, há pelo menos seis anos, eliminando desse modo qualquer estímulo ao desenvolvimento profissional;

6. a redução acentuada dos salários, diminuindo as condições básicas de atualização e dignidade profissional, bem como da qualidade de vida das suas famílias;

7. e, como é do conhecimento público, a recente proposta de Governo de despedir todos os professores colocados em situação de horário zero, que se estima possam ser mais de quinze mil (não por falta de alunos ou tarefas educativas essenciais às escolas e aos país mas, bem pelo contrário, por uma sobrecarga pedagogicamente absurda do número de alunos e tarefas a desenvolver pelos professores), bem assim como a proposta de aumento do horário de trabalho das 35 para as 40 horas, o que conduzirá inevitavelmente à degradação das condições mínimas  das tarefas pedagógicas a realizar com os alunos,  

Deliberaram:

1. Rejeitar em absoluto o aumento do horário de trabalho dos professores para as 40 horas semanais, não porque se discorde, em princípio, com a ideia da igualdade do número de horas de trabalho dos trabalhadores do setor privado e da Função Pública (assinalando-se que os professores das escolas privadas têm o mesmo horário de trabalho semanal que os professores da Escola Pública, 35 horas), mas porque o desenvolvimento das tarefas educativas e docentes impõe exigências de esforço físico, intelectual e emocional, de atualização académica e trabalho de investigação fundamental e pedagógica, incompatíveis com tão elevado tempo de trabalho, que se antecipa essencialmente de caracter letivo. 
De facto, todos os indicadores internacionais de trabalho dos professores dizem que os professores portugueses são dos que trabalham mais horas dentro da sala de aula, não se percebendo esta medida a não ser como uma absurda tentativa de despedimento de professores, aos milhares, em necessário detrimento da qualidade da educação e do ensino e, portanto, da igualdade de oportunidades entre todos os portugueses.

2. Rejeitar em absoluto a integração dos professores no “regime de mobilidade especial da Função Pública”, objetivo ostensivamente negado por este Governo e por este Ministro da Educação em várias intervenções públicas e não constante do Programa de Governo aprovado na Assembleia da República ou nos programas eleitorais dos partidos membros da coligação de Governo, o que corresponde, de facto, ao seu despedimento liminar, em muitos casos de professoras e professores com mais de vinte e vinte cinco anos de serviço, com quarenta ou quarenta e cinco anos de idade, ou mais, que toda a sua vida adulta foram formados para as profissões que desempenham, vidas inteiras ao serviço do ensino, da educação e do progresso de Portugal, e que agora se propõe sejam descartados e abatidos, nem sequer com subsídio de desemprego.

3. Solicitar aos vários sindicatos de professores, particularmente aos mais representativos, que encetem todas as formas de luta visando combater este anunciado assassínio da profissão docente e da Escola Pública, que irá destruir, de modo cruel e contrário aos interesses do país, milhares de vidas de professores e outros profissionais da educação.

4. Que essas formas de luta passem, desde já, pela convocação de greves em períodos coincidentes com as avaliações e os exames dos 11º e 12º anos, forma de luta extrema mas proporcional ao genocídio educacional e profissional posto em marcha por este Ministério da Educação e por este Governo.             

5. Solicitar aos pais dos nossos alunos que dialoguem ativamente com os professores dos seus filhos, de modo a melhor compreenderem o actual processo de desestruturação da Escola Pública por parte deste Governo, de que o despedimento massivo de milhares de professores e a destruição das suas vidas é apenas a primeira parte, mas de que os seus filhos e as suas expectativas de ascensão e progresso social serão as vítimas principais. 

6. Desenvolver todas as ações necessárias ao combate a estas medidas ilegítimas e contrárias aos mais elementares interesses das famílias, dos alunos, das escolas, dos professores, de Portugal e dos portugueses.    

7. Mais se delibera enviar este comunicado para todas as instituições oficiais do país, para outras escolas, instando-as à ação, bem assim como para os meios de comunicação social.

Guimarães, Escola Secundária Francisco de Holanda, 8 de maio de 2013

Turismo neorealista 2013, Portugal




Num dos muros onde paramos para recuperar o fôlego, uma única mensagem sobreviveu às limpezas estratégicas da Câmara: “Somos todos imigrantes.” Neste grupo quase todos são. Antes da despedida chegamos ao maior arquipélago de ilhas da cidade.“Com quem então não fazemos turismo de desastre?”, comenta Isabel com os colegas, ao passearmos entre as casas de gente pobre, ali espremidas com vista para o Douro. “Nós não fazemos turismo de desastre”, responde Pedro. “O nosso turismo é neo-realista. A realidade é que é um desastre.”

domingo, maio 05, 2013

Felicidade




“Esta governação não pode também poluir todos os meus momentos de qualidade. Há esta pressão da palavra horrorosa – crise – que nos está constantemente a empurrar para baixo. Acha-se que tem de se pactuar com essa palavra e já não se pode ser feliz porque pode estar alguém a ver. Esse é o mais atroz dos crimes que este governo está a fazer, a injectar-nos essa palavra como se cada português tivesse essa missão de ser miserável”. 

Rita Carmo, hoje, no Público: A felicidade como acto de resistência

sexta-feira, abril 19, 2013

sexta-feira, março 08, 2013



1857, 8 de março - as operárias de uma fábrica dos EUA entram em greve por uma jornada de trabalho de 10 h (eram 16, ganhando 1/3 do salário dos homens). Foram fechadas na fábrica. Declara-se um incêndio e 130 mulheres morrem queimadas.
1910 - na II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas, na Dinamarca, em homenagem às operárias americanas, foi declarado o 8 de março como Dia Internacional da Mulher.
1975 - a ONU oficializa o Dia

Ler mais aqui, aqui (ONU) ou aqui, num artigo de 2010 de Eva Blay 8 de março: as mulheres faziam parte das classes perigosas, que defende uma origem diferente para o dia, um outro incêndio, também numa fábrica de operários em greve, mas em 1911 :)., tendo Clara Zetkin proposto março, sem data precisa, no referido Congresso, e recordando que em 1908, no último domingo de fevereiro, se realizou uma manifestação nos EUA ( chamada Dia da Mulher), pelo direito ao voto e melhores condições de trabalho.
Impressionante é a galeria de fotografias publicada pelas Nações Unidas: Photo Stories: International Women's Day. Daí retirei esta:


Para além das correntes



Com mais 100 aderentes do Bloco, subscrevo este texto, publicado hoje no órgão oficial do BE. Haja debate.

Por um Bloco de Esquerda para além das correntes
 
Na VIII Convenção do Bloco de Esquerda, em Novembro de 2012, teve lugar um intenso debate sobre a necessidade da sua “descorrentização”, sendo aqueles que a defendiam quase acusados de desconsiderar as raízes históricas e a própria dinâmica de funcionamento do Bloco. Apenas dois meses mais tarde, eis que um grupo restrito de dirigentes, onde pontua não só o ex-coordenador do partido como um dos actuais coordenadores da Comissão Política, vem propor a criação de uma espécie de “megacorrente” que reuniria o que ainda pode ser reunido das três correntes fundadoras, decretando-as historicamente mortas.
Esta inflexão de discurso – sublinhe-se, dois meses depois da Convenção – revela que, das duas uma: ou toda a argumentação anteriormente produzida neste âmbito pela maioria em processo de Convenção era instrumental, ou não é agora suficientemente transparente e sincera.
Os militantes abaixo-assinados lembram que o grande combate que o Bloco tem pela frente é a derrota das políticas da troika, do governo e das direitas que o sustentam. E, nesses termos, consideram que esta proposta vem, objectiva e lamentavelmente, dispersar a concentração do partido em relação às prioridades definidas em Convenção, introduzindo factores de perturbação interna perfeitamente dispensáveis na actual conjuntura política, económica e social
O processo de lançamento da ideia corresponde, infelizmente, a um padrão já pouco original. Propaga-se em círculos, labora dentro das estruturas de direcção executiva do Bloco, alarga-se às correntes fundadoras, mas mantém sigilo em relação à grande maioria dos aderentes. Isto é, em relação àqueles que, militando no Bloco, nunca pertenceram, já não pertencem ou, pertencendo a qualquer das correntes, vêm expressando grande desconforto com esta forma de fazer as coisas.
Do nosso ponto de vista, o problema do Bloco de Esquerda não está nas correntes em si, mas no modo como condicionam e asfixiam a sua vida interna. Do nosso ponto de vista, podem existir três, duas, quatro, uma, vinte correntes. O problema está, de facto, na vida democrática do Bloco e, particularmente, nos mecanismos de decisão política que, com demasiada frequência, obedecem a lógicas de negociação à margem dos principais órgãos do Bloco (mesa nacional, comissão política, estruturas regionais).
A emergência desta nova tendência, contrariamente ao que proclama, não constitui um corte com as anteriores conceções de equilíbrio negociado entre as correntes, antes assegurando uma continuidade das mesmas práticas, mas em novos moldes. O que, dada a hegemonia que a nova corrente garantirá para si própria, pode até revelar-se ainda mais prejudicial para a democracia interna.
Do que o Bloco precisa é de mais espaço político interno, onde possam emergir, instalar-se e consolidar-se dinâmicas verdadeiramente democráticas e participativas, que atravessem, de cima a baixo, todas as estruturas e envolvendo todas e todos os aderentes. É de vida democrática, para além de qualquer corrente, que o Bloco mais necessita!

quinta-feira, dezembro 27, 2012

quarta-feira, julho 25, 2012

de Gui Castro Felga 2012


Se gostar, é favor votar para ser publicado, aqui: 
http://www.cartoonmovement.com/cartoon/7076
The experts have been saying for years that the ‘power nap’ (siesta, in spanish) increases productivity and lowers work accidents.When the spanish government ‘outlaws’ the siesta, is it making an act of cultural resistence out of it? Grab your pillows, this is a cultural attack.
Vote at  http://www.cartoonmovement.com/cartoon/7076

sexta-feira, julho 13, 2012

Manifeste-se

 Burro de madeira é levado para a frente do Parlamento Português, durante um protesto de professores em Lisboa contra cortes na verba nacional para a educação. Imagem daqui


No caminho com Maiakóvski


Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem;
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.

 Eduardo Alves da Costa (Brasil, 1936) Retirado daqui

quinta-feira, junho 21, 2012

Biblioteca Pedro Ivo, Porto

Criada em 1951. Biblioteca Infantil Pedro Ivo (municipal), Porto.
Encerrada em 2001, nunca mais foi biblioteca até 2012
10 anos devoluta, 
enquanto as prioridades municipais eram ocupadas por outras coisas

Ocupada em 2012, limpa, arranjada, equipada e recheada com alguns livros, porta aberta.



Pessoal, os livros da Biblioteca Popular do Porto estão na Polícia Municipal, na Pasteleira. 
Quem tiver possibilidade de os ir buscar, por favor, façam-no, senão o mais provável é acabarem no  EcoPonto ao lado dos "resíduos sólidos" = estantes, cadeiras, sofás...
Por favor, venham rápido 
(mensagem no Facebook, 19.06.2012)

Nos últimos dias, foi ocupada uma pequena biblioteca pública abandonada no jardim do Marquês no Porto. Tanto quanto se pode perceber, o processo é o mesmo usado na Escola da Fontinha: um edifício público devoluto é ocupado pacificamente, não apenas por pessoas mas por actividades próximas às  projectadas originalmente para aquele local. Aulas, actividades recreativas, espaços de leitura, tudo pontuado por assembleias populares.
Desde há anos que se vão fechando escolas, centros de saúde, linhas de comboio, bibliotecas, cinemas, por todo o país mas especialmente nas periferias, argumentado a poupança e racionalização dos recursos, o excesso de despesa pública. O que sobrou é um deserto pontuado por concentrações de recursos aqui e ali, cada vez menos acessíveis a quem viva fora dos centros, tenha menos dinheiro ou disponibilidade para navegar a burocracia toda.

Ler mais aqui:
http://opiniao.porto24.pt/2012/06/20/a-biblioteca-popular-do-marques/


Numa altura em que a crise económica e, bem pior, uma crise identitária de valores se instaura um pouco por todo o mundo ocidental, nesta época de profunda desilusão, desmotivação e agravamento sistemático do poder de compra dos cidadãos e da sua qualidade de vida, urgem movimentos cívicos semelhantes. Os livros, e a sua vertente máxima, a cultura, sempre foram tidos desde a génese da cidade grega como instrumentos de formação cívica, de enriquecimento individual e pessoal.
Encerrar gratuitamente uma biblioteca é um dos actos mais tiranos perpetuados pelo poder instituído.

Ler mais aqui:
http://ressabiator.wordpress.com/2012/06/19/desironizar/

domingo, junho 10, 2012

10 de Junho de 2012. Portugal


"Começa a haver demasiados Portugais dentro de Portugal. Começa a haver demasiadas desigualdades. (...) Há sempre alternativas. A arrogância do pensamento inevtável é o contrário da liberdade. (...) O futuro está numa sociedade que se organiza com base no conhecimento. (...) Ou nos salvamos a nós, ou ninguém nos salva."
António Sampaio da Nóvoa, um quarto de hora de palavras certeiras, lúcidas, portuguesas
Lisboa, 10.06.2012 

quinta-feira, abril 26, 2012

Exemplar, meu caro Jorge



Donos de Portugal, dir. Jorge Costa. Quase 50 min.
Documentário realizado para televisão. Lisboa, 2012
1º emissão RTP2, 25.04.2012, 01:20

domingo, janeiro 29, 2012

STOP ACTA

@Gui Castro Felga

Se quiser assinar a petição contra o ACTA, clique aqui.
 A liberdade não se recebe, conquista-se. E defende-se. Byte a byte.