Os passos a que ando, um atrás do outro, como as letras em carreirinha, do fim para o princípio.
segunda-feira, julho 28, 2014
For Rare Languages, Social Media Provide New Hope : All Tech Considered : NPR
For Rare Languages, Social Media Provide New Hope : All Tech Considered : NPR
SERGIO DOGLIANI [non-bibliotecario] | letto&detto
Idea Store - uma rede de bibliotecas em Londres, com um outro conceito.
De uma entrevista de um dos seus responsáveis (em italiano):
4. Come definiresti la biblioteca?Quella pubblica? Dipende a chi ci rivolgiamo: un punto d’incontro, un campo neutro, un rifugio, un magazzino, un distributore, un deposito, un palcoscenico, un trampolino, un laboratorio, un baluardo, un avamposto, una trincea, un’oasi, un’incubatrice, un crocevia, un crogiuolo, una scatola di Pandora.O “una piazza del sapere”, come la definisce la mia amica Antonella Agnoli.
SERGIO DOGLIANI [non-bibliotecario] | letto&detto
segunda-feira, julho 21, 2014
Sixth BRICS Summit – Fortaleza Declaration
A cimeira das 5 economias emergentes assinou um tratado que estabelece um instrumento financeiro comum, NDB, New Development Bank. 15 Julho 2014, Fortaleza, Brasil
3 dias depois, a Unesco apoia a declaração, que reforça a importância da educação igualitária, inclusiva e de qualidade, e o reforço da cooperação nesse sentido.
Sixth BRICS Summit – Fortaleza Declaration
3 dias depois, a Unesco apoia a declaração, que reforça a importância da educação igualitária, inclusiva e de qualidade, e o reforço da cooperação nesse sentido.
Sixth BRICS Summit – Fortaleza Declaration
domingo, julho 20, 2014
Carta a Frank: por que Boaventura Santos não irá a Israel - Portal Vermelho
Há decisões que não são fáceis porém são necessárias.
Carta a Frank: por que Boaventura Santos não irá a Israel - Portal Vermelho
Carta a Frank: por que Boaventura Santos não irá a Israel - Portal Vermelho
domingo, julho 13, 2014
quinta-feira, julho 10, 2014
Chegou a hora de a Europa aprender com o resto do mundo - PÚBLICO
“Nalguns sítios, caímos no horror de viver a vida para trabalhar como se a vida não fosse outra coisa que não uma meta. E deixámos de viver momentos que, muitas vezes, são mais vida, são mais vitais, do que o trabalho e a suposta auto-realização.”Coimbra, CES, julho 2014
Chegou a hora de a Europa aprender com o resto do mundo - PÚBLICO
quarta-feira, julho 09, 2014
181º aniversário da Biblioteca Pública Municipal do Porto
9 de Julho de 1833
Decreto do estabelecimento da Real Bibliotheca Publica do Porto
O decreto é precedido de um Relatório de Cândido José Xavier que começa com a frase:
«Senhor! A ignorancia é a inimiga mais irreconciliavel da Liberdade»
e depois fala de
«estabelecer depositos de todos os conhecimentos humanos, aonde os Cidadãos possam vir livremente consultar as fontes da sciencia, ou estancar a sede louvavel de Instrucção: o estabelecimento pois de Biblithecas publicas é o complemento de todo o systema instructivo, e não será sem fundamento dizer-se que pelo número destes estabelecimentos em cada um dos Paizes civilizados se póde avaliar sem erro a Instrucção comparativa dos seus habitantes.».
Com vénia à Manuela Barreto Nunes, que nos lembrou.
sábado, julho 05, 2014
Ladrões de Bicicletas: «O objectivo era economizar, reduzir, cortar... e o resultado é uma dívida maior»
"A quem é que serviu o resgate? Que foi resgatado? Em primeiro lugar foi resgatada a banca portuguesa, que tinha perdido o acesso aos mercados internacionais e tinha entrado numa situação de falta de liquidez. Em segundo lugar, o resgate foi para os bancos credores da banca portuguesa (e do Estado português também). E portanto quem é que não foi resgatado? Quem não foi resgatado foi o conjunto dos cidadãos contribuintes portugueses e o conjunto de cidadãos contribuintes europeus. Não foram penas os cidadãos portugueses que ficaram a perder nesta forma de intervir da União Europeia. Foi o conjunto dos cidadãos europeus que passaram a ser responsáveis por dívida e por créditos que anteriormente eram privados."Transcrição da excelente entrevista de José Castro Caldas (Antena Um, 2014)
Ladrões de Bicicletas: «O objectivo era economizar, reduzir, cortar... e o resultado é uma dívida maior»
quinta-feira, julho 03, 2014
Nenhum socialismo real será possível se a cultura não foi posta em comum
(...)
Sabemos muito claramente o que não queremos. Não queremos a violência, não queremos que a liberdade seja sofismada. Não queremos nem inquisições nem perseguições. Não queremos política da terra queimada. Não queremos política imposta. E no plano da cultura queremos acima de tudo que a política não seja anti-cultura.
A demagogia é a traição cultural da revolução. Porque a demagogia é a arte de ensinar um povo a não pensar. Um provérbio africano diz: Uma palavra que está sempre na boca transforma-se em baba. Não queremos continuar a suportar a baba dos slogans.Querer fazer política cultural quando os meios de comunicação estão inundados de demagogia é uma incoerência radical. O ministro da comunicação referiu-se ao facto de o trabalho dos artistas ser agora pago pelo povo. Também muitos jornais são agora pagos pelo povo e todos os dias custam ao povo uma despesa escandalosa.A cultura é cara. A incultura acaba sempre por sair mais cara. E a demagogia custa sempre caríssimo.
Sophia de Mello Breyner Andresen, Portugal, 12.07,1075
Em defesa da cultura. O texto que Sophia escreveu para o Expresso - Expresso.pt
Herdar a liberdade e a dignidade do ser
"O artista não é, e nunca foi, um homem isolado que vive no alto duma torre demarfim. O artista, mesmo aquele que mais se coloca à margem da convivência, influenciará necessariamente, através da sua obra, a vida e o destino dos outros. Mesmo que o artista escolha o isolamento como melhor condição de trabalho e criação, pelo simples facto de fazer uma obra de rigor, de verdade e de consciência ele irá contribuir para a formação duma consciência comum. Mesmo que fale somente de pedras ou de brisas a obra do artista vem sempre dizer-nos isto: que não somos apenas animais acossados na luta pela sobrevivência mas que somos, por direito natural, herdeiros da liberdade e da dignidade do ser."
Sophia
terça-feira, julho 01, 2014
Um livro perdido
Vivemos numa civilização que se constrói sobre uma perda de memória. A lufa-lufa do dia-a-dia existe para que esqueçamos que as coisas não são inevitáveisSomos todos feitos por livros, muitos dos quais nem sequer vamos ler. As nossas memórias perduram nas páginas escritas. São milhares de vidas que vivemos, num curto espaço de tempo em que existimos, quando lemos as letras que outros nos deixaram inscritas.
Nuno Ramos de Almeida, 2014, aqui:
Um livro perdido | iOnline
domingo, junho 29, 2014
Esqueço do quanto me ensinaram
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| Andorinhas RBE. Lisboa, 25.06.2014 |
Deito-me ao comprido na erva.
E esqueço do quanto me ensinaram.
O que me ensinaram nunca me deu mais calor nem mais frio,
O que me disseram que havia nunca me alterou a forma de uma coisa.
O que me aprenderam a ver nunca tocou nos meus olhos.
O que me apontaram nunca estava ali: estava ali só o que ali estava.
Alberto Caeiro, in "Fragmentos"
Heterónimo de Fernando Pessoa
Tony Judt, em tradução: Los responsables
Tony Judt sobre Léon Blum, Albert Camus, Raymond Aron. Escrito em 1998, traduzido agora - a História de França pela histórias de vida destes três homens, num exercício de clarificação que nos ajuda a pensar melhor, o que não é pequeno feito.
El peso de la responsabilidad. Tony Judt. Trad. Juan Ramón Azaola. Taurus. Madrid, 2014. 300 páginas. 19 euros (electrónico: 9,99).
Los responsables | Babelia | EL PAÍS
sábado, junho 21, 2014
"Não há receitas mágicas para combater a extrema-direita"
Para o sociólogo Michael Löwy, em artigo traduzido pela jornalista Úrsula Passos (Brasil), o discurso com que esquerda explica o crescimento do fascismo pela via da crise econômica reduz fenômeno e deixa de lado suas raízes históricas.
Löwy: Dez teses sobre a ascensão da extrema direita europeia - CdB | Jornal Correio do Brasil
EPIS - Associação Empresários pela Inclusão | Notícias | Conferência "MAIS SUCESSO ESCOLAR EM PORTUGAL"
Parabéns à EPIS por esta conferência, muito importante, envolvendo a Assembleia da República e dois antigos ministros de Educação num problema que é de todos, e não apenas dos profissionais da educação ou da área social. Apesar de muitos progressos realizados desde 1974, Portugal mantém números assustadores de abandono escolar precoce.
“More schooling success in Portugal” - Conference held in the Portuguese National Parliament on 17th June 2014, organized by EPIS Foundation (www.epis.pt) one of the Portuguese study cases concerning the reduction of early school leaving. The audience was the Parliament Education Committee and the public in general “ - nota aqui, no FAcebook do projeto RECIPE
sexta-feira, junho 20, 2014
“Se comermos alimentos de origem animal, aumentamos o risco de doenças” - PÚBLICO
Mudar de vida?
Mas muitos médicos não têm formação suficiente em nutrição e, por outro lado, estamos num sistema em que há muito dinheiro a ser feito à custa da venda de alimentos de origem animal, de comida processada, e de suplementos vitamínicos. E há muito dinheiro em jogo para tratar estas doenças. Estas indústrias não gostam desta mensagem.
“Se comermos alimentos de origem animal, aumentamos o risco de doenças” - PÚBLICO
sábado, junho 14, 2014
sexta-feira, junho 13, 2014
quinta-feira, junho 12, 2014
E POR VEZES, David Mourão-Ferreira - Paulo Condessa
E por vezes as noites duram meses
E por vezes os meses oceanos
E por vezes os braços que apertamos
nunca mais são os mesmos. E por vezes
encontramos de nós em poucos meses
o que a noite nos fez em muitos anos
E por vezes fingimos que lembramos
E por vezes lembramos que por vezes
ao tomarmos o gosto aos oceanos
só o sarro das noites não dos meses
lá no fundo dos copos encontramos
E por vezes sorrimos ou choramos
E por vezes por vezes ah por vezes
num segundo se evolam tantos anos.
- David Mourão-Ferreira -
terça-feira, junho 10, 2014
Ladrões de Bicicletas: Uma economia para um país
Ladrões de Bicicletas: Uma economia para um país: “O contributo da procura externa líquida para o crescimento homólogo da economia caiu, pela primeira vez desde a chegada da troika, para t...
segunda-feira, junho 09, 2014
Para maiores de 60, aposentados/as e activos/as
Coisas radicais
9. O leitor lê o que quer, lê ao contrário até, e é sempre o último a escrever.
Ama e zanga-se, com sentido de posse, porque, mesmo que não o conheça de
carne e osso, o autor é seu. O autor sabe disso porque também é leitor: sabe que
o leitor tem na cabeça um autor que só existe na cabeça dele. Então o leitor quer dar-lhe
coisas, segredos mesmo. Recebi cartas de leitores que talvez mais ninguém pudesse ler.
A bondade dos estranhos coexiste com a violência dos estranhos, que coexiste com a
intimidade dos estranhos. É assim.
Há coisas radicais que só acontecem entre quem não se conhece.
10. Quem escreve está tão sozinho como cada um está sozinho até ao fim.
Depois, o texto entra, ou não, em relação com o mundo, mas isso só acontece
quando é lido. Produção e promoção já não são o autor, estão depois dele, venda e
compra ainda não são o leitor, estão antes dele. O único frente-a-frente real é de um
para um, escuro em volta, autor e leitor. Aí, quem escreve já não é aquele que está a ser
lido. A toupeira está na toca, o autor na cabeça do leitor. E se o leitor não estiver lá,
Ler mais aqui:ninguém está.
Alexandra Lucas Coelho
A toupeira e os leitores - PÚBLICO
domingo, junho 08, 2014
Criaturas de fronteira
“Muxima” é a palavra que em quimbundo designa “coração”. E “amigo”, como se diz? Que palavras dizem a amizade de José Eduardo Agualusa e Mia Couto? Alguns pontos de uma genética comum: livros, identidade, a vida secreta das plantas, as cores que temos e que uma menina de quatro anos vê e um adulto não vê. Mas esta é a maneira poética de ler as suas vidas. Falta a guerra, as guerras, a procura de respostas, o empenhamento cívico e político. A felicidade que floresceu na infância, apesar do horror.
A graça que o mundo tem - PÚBLICO
Por Anabela Mota Ribeiro e Miguel Manso
sábado, junho 07, 2014
quinta-feira, junho 05, 2014
quarta-feira, junho 04, 2014
segunda-feira, junho 02, 2014
Manifesto
Musica mirabilis
Talvez a ternura crepite no pulso, talvez o vento súbito se levante, talvez a palavra atinja o seu cume, talvez um segredo chegue ainda a tempo - e desperte o lume.
Eugénio de AndradePortugal, séc. XX
domingo, junho 01, 2014
sábado, maio 31, 2014
terça-feira, maio 27, 2014
LOLCATS : que significa a literacia na era digital?
Muito, mesmo muito bom conteúdo do Stephen Downes (2009).
Para ouvir (audio) e ler mais, procurem no seu sítio web, aqui:
Lecture presentation delivered to Educational Computing Organization of Ontario, Richmond Hill, Ontario.The internet has introduced us to a world in which we can communicate with each other in a wide variety of media. Where formally we could only talk and sing to each other, now we can create videos, author animations, link to videos and images and cartoons, and more, mix and match these in a complex open-ended vocabulary. What it means to be literate in such an information age is fundamentally distinct from the literacy of the 3Rs, and teaching new literacy an evolving challenge for those of us still struggling to learn it. This talk looks at the elements of 21st century literacies, redefines critical thinking for the internet age, and suggests a redefinition of what we think of as 'core' curriculum.
November 24, 2009Reprise of my talk from last week, in more detail and some new slides. The internet has introduced us to a world in which we can communicate with each other in a wide variety of media. Where formally we could only talk and sing to each other, now we can create videos, author animations, link to videos and images and cartoons, and more, mix and match these in a complex open-ended vocabulary. What it means to be literate in such an information age is fundamentally distinct from the literacy of the 3Rs, and teaching new literacy an evolving challenge for those of us still struggling to learn it. This talk looks at the elements of 21st century literacies, redefines critical thinking for the internet age, and suggests a redefinition of what we think of as 'core' curriculum. Elluminate session recording (with video) at http://eci831.wikispaces.com/11-24-09
Lecture presentation delivered to ECI 381 (Alec Couros), Online to Saskatchewan via Elluminate.
1954 professores
Uma longa luta, um passo importante para 1954 professores contratados, precários com anos de trabalho, alguns com 18, 20 anos de serviço instável. Vão poder finalmente entrar nos quadros.
Foi hoje, 23 de maio, publicado o Decreto-Lei 83-A/2014, sobre os concursos de colocação dos docentes. Este diploma altera o anterior, o Decreto-Lei 132/2012 de 27 de junho, e republica-o com as alterações. Para aceder ao diploma descarregue o ficheiro anexo.
A FENPROF emitiu nota à comunicação social em que considera ilegítima e ilegal a publicação deste decreto.
www.spgl.pt/Media/Default/Info/8000/700/0/8/DL83-A2014 CONCURSOS.pdf
Foi hoje, 23 de maio, publicado o Decreto-Lei 83-A/2014, sobre os concursos de colocação dos docentes. Este diploma altera o anterior, o Decreto-Lei 132/2012 de 27 de junho, e republica-o com as alterações. Para aceder ao diploma descarregue o ficheiro anexo.
A FENPROF emitiu nota à comunicação social em que considera ilegítima e ilegal a publicação deste decreto.
www.spgl.pt/Media/Default/Info/8000/700/0/8/DL83-A2014 CONCURSOS.pdf
segunda-feira, maio 26, 2014
domingo, maio 25, 2014
Por uma escola mais modesta e sem muros
Olhe bem para a escola que você conhece. Ela vai desaparecer.
E não é algo para um futuro distante. Os educadores atuais serão responsáveis por esse processo de transição. É o que acredita António Nóvoa, doutor em ciências da educação pela Universidade de Genebra e doutor em história pela Universidade de Paris. Durante sua palestra na Educar Educador, que teve como tema “A construção coletiva do projeto educativo na escola” ele afirmou que “debaixo dos nossos olhos e perante uma certa indiferença da nossa parte, estão acontecendo três revoluções”.
Segundo ele, a primeira delas é a revolução na aprendizagem, que será impulsionada pela tecnologia. “Não se trata de transformar a revolução digital em uma coisa mágica, que vai resolver todos os nossos problemas. É uma mudança histórica de grande significado. Ela está mudando a nossa maneira de sentir, o nosso modo de viver e nossa maneira de aprender”, explicou.De acordo com Nóvoa, a tecnologia tem potencial para colocar nas mãos dos professores as ferramentas com as quais ele tem sonhado nos últimos anos. “A ironia é que nós pedagogos e educadores humanistas, que sempre fomos céticos em relação a tecnologia, vemos que ela pode finalmente colocar em nossas mãos as ferramentas necessárias parar concretizar o nosso ideário pedagógico”, afirma ele, referindo-se a questões como a individualização do ensino, diferenciação pedagógica e autonomia dos educandos, entre outras.
A segunda revolução está relacionada à sala de aula. A mudança nos ambientes de aprendizagem está transformando a estrutura da escola e acentuando as dinâmicas de interação, de partilha e de construção coletiva de um projeto educativo. Segundo ele, o modelo atualmente utilizado na grande maioria das salas de aula, com professor que transmite para os alunos a informação em uma via de mão única foi criado em 1867 e não atende mais as nossas necessidades. “Nunca pensamos a escola como um espaço integrado, ele está mais para uma soma de salas de aula”, destaca.Em sua opinião, veremos nos próximos anos uma multiplicação de espaços de compartilhamento do conhecimento, com professores trabalhando em conjunto para produzir um projeto escolar muito diferente atual.
Finalmente, a terceira revolução está relacionada ao que ele chamou de cidade educadora. “Chegou o tempo de pensar a educação para além da escola, de compreender todas as dimensões educativas que existem na cidade, na sociedade”, explica.
De acordo com o palestrante, quando o modelo atual de instituição de ensino foi criado, as escolas eram pequenos prédios no meio do nada, com pouca gente nas cidades.“A escola vivia num deserto cultural e dominado o conhecimento. Hoje, a paisagem dos nossos países mudou muito. Mas a escola continua a trabalhar como se não fizesse parte de um conjunto imenso de possibilidades educativas”, explica. “Precisamos de uma escola mais modesta, que entenda que as cidades têm um potencial educativo imenso”. Segundo ele, a escola como um prédio está com os dias contados. “Teremos uma instituição que vai além da dimensão física”, completa.
sábado, maio 24, 2014
Troika, go home | We are not dead
In 2013 the one thousand Portuguese multimillionaires increase their income in 7,5 billion euros. At the same time 25% of the population are considered to live in poverty. The unemployment rate exceed 17% and if you only consider the youth unemployment rate then it has been consistent over 40%.With the National Budget agreements that you reached, we are paying unafordable taxes, that are directly distributed to speculators stakeholders through PPP contracts’, interests and financial charges over the national debt and failed banks (e.g. corresponded to 48,60% of 2013 Budget). You forced the country to decrease production and to sell profitable and strategic companies, people to work more for (even) less money, the state to fail in providing healthcare, justice and education as established by the Constitution. You made old people live the worst period of their lives. I’m happy if this lines make you fill uncomfortable. We are not dead. You are not welcome.
Tiago Mota Saraiva, Portugal, 24.05.2014
Troika, go home | iOnline
Humanitas
Rir junto é melhor que falar a mesma língua.
Ou talvez o riso seja uma língua anterior que fomos perdendo à medida que o mundo foi deixando de ser nosso.
Educação, Serviço Público: Conferência Gulbenkian, 23 maio 2014
Ver aqui http://livestre.am/4RsUP
Uma Conferência Gulbenkian, em linguagem que as pessoas entendem, parte de uma cadência mensal de debates iniciada em maio de 2013. A partir do minuto 14:00, Eduardo Marçal Grilo (FCGulbenkian); seguido de Paulo Santiago (OCDE). Vale a pena ouvir e ficar a pensar sobre Educação. No longo e no curto prazo. Com e sem crises, e sobretudo para lá do império da crise presente.
Profissionalismo dos docentes, autonomia, não dependência de exames, mudança nas universidades, família e suas circunstâncias (Canotilho - 1:47:00) e outras ideias por cá "non gratas" a sectores ocupantes dos poderes transitórios.
Debate do maior relevo, num momento em que tanto nos roubam o tempo para pensar. Fora das escolas, e dentro das escolas, a robotização parece a utopia triunfante. PARAR para pensar é alimentar o arsenal necessário ao combate à desumanização e ao acriticismo. E ao esmagamento do quotidiano que faz com que haja poucos menores de 55 anos na assistência a estas conferências. Valham-nos o video-stream e as redes sociais. A tecnologia pode e deve estar ao serviço do pensamento e da acção humana.
Afinal, citando Marçal Grilo: "O futuro depende de nós."
Sim e Não
Dizer Não
Diz NÃO à liberdade que te oferecem, se ela é só a liberdade dos que ta querem oferecer. Porque a liberdade que é tua não passa pelo decreto arbitrário dos outros.
Diz NÃO à ordem das ruas, se ela é só a ordem do terror. Porque ela tem de nascer de ti, da paz da tua consciência, e não há ordem mais perfeita do que a ordem dos cemitérios.
Diz NÃO à cultura com que queiram promover-te, se a cultura for apenas um prolongamento da polícia. Porque a cultura não tem que ver com a ordem policial mas com a inteira liberdade de ti, não é um modo de se descer mas de se subir, não é um luxo de «elitismo», mas um modo de seres humano em toda a tua plenitude.
Diz NÃO até ao pão com que pretendem alimentar-te, se tiveres de pagá-lo com a renúncia de ti mesmo. Porque não há uma só forma de to negarem negando-to, mas infligindo-te como preço a tua humilhação.
Diz NÃO à justiça com que queiram redimir-te, se ela é apenas um modo de se redimir o redentor. Porque ela não passa nunca por um código, antes de passar pela certeza do que tu sabes ser justo.
Diz NÃO à verdade que te pregam, se ela é a mentira com que te ilude o pregador. Porque a verdade tem a face do Sol e não há noite nenhuma que prevaleça enfim contra ela.
Diz NÃO à unidade que te impõem, se ela é apenas essa imposição. Porque a unidade é apenas a necessidade irreprimível de nos reconhecermos irmãos.
Diz NÃO a todo o partido que te queiram pregar, se ele é apenas a promoção de uma ordem de rebanho. Porque sermos todos irmãos não é ordenarmo-nos em gado sob o comando de um pastor.
Diz NÃO ao ódio e à violência com que te queiram legitimar uma luta fratricida. Porque a justiça há-de nascer de uma consciência iluminada para a verdade e o amor, e o que se semeia no ódio é ódio até ao fim e só dá frutos de sangue.
Diz NÃO mesmo à igualdade, se ela é apenas um modo de te nivelarem pelo mais baixo e não pelo mais alto que existe também em ti. Porque ser igual na miséria e em toda a espécie de degradação não é ser promovido a homem mas despromovido a animal.
E é do NÃO ao que te limita e degrada que tu hás-de construir o SIM da tua dignidade.
quinta-feira, maio 22, 2014
Viva a imprensa livre. Viva a Democracia. Viva a Antena Um
Em Portugal, foi até hoje o único órgão de comunicação social a fazê-lo. Campanha eleitoral em curso. Votos dia 25, num papelinho com 16 concorrentes ao Parlamento Europeu (2014-2018).
Registe-se
domingo, maio 18, 2014
Escritas e culturas na Europa - 30 de maio, Lisboa
Com Roger Chartier, Manuel Frias Martins, João Luís Lisboa, Paula Morão, Luis Filipe Barreto, Ana Cristina Araújo, Justina Magalhães, António Feijó, Hermenegildo Fernandes, Jorge Ramos do Ó.
Na Fundação C. Gulbenkian, 9.30-17.00
HPE - 30 de maio
Na Fundação C. Gulbenkian, 9.30-17.00
HPE - 30 de maio
sábado, maio 17, 2014
quinta-feira, maio 15, 2014
quarta-feira, maio 14, 2014
Mariana Avelãs: “Promoveres o não voto é uma forma de o governo se perpetuar” | Esquerda
E neste momento as pessoas que estão a sair daqui não vão voltar. Uma coisa que me faz muita impressão é eu já ter visto, mais do que uma vez, aquela coisa dos velórios à Irlandesa. No século XIX, quando as pessoas saiam da Irlanda para a América não iam voltar. Então faziam-lhes um velório antes da partida. Neste momento tens netos e pais a despedirem-se dos filhos a saberem que a probabilidade de não os voltarem a ver é imensa. Porque são velhotes. Porque vão para muito longe. Porque não vão conseguir voltar. E a única maneira que eu acho que tenho de fazer com que a geração das minhas filhas não tenham que emigrar, é unir-me à geração da minha mãe...
É a isso que se chama “fazer algo de extraordinário”?
Sim! Não aceitar discutir nada do ponto de vista geracional, nem a emigração, nem a maternidade, nem o trabalho, nada. Cada euro que estão a roubar na pensão da minha avó é um tiro que estão a dar às minhas filhas, e cada contrato de trabalho que eu não tenho rouba as netas aos meus pais, que deram o litro para tudo aquilo que elas têm: desde a liberdade à escola e à maternidade onde as pari.
A melhor escola de arquitetura do mundo? (Chile)
Para formar profesionales capaces de oficiar, innovar y operar, Román ideó un programa dividido en 10 semestres en el que cada alumno debía realizar (construir) 10 proyectos. Se trata de saber diseñar y de saber construir. La idea es que el diseño dependa de los pocos medios disponibles. Por lo tanto, llegan primero las posibilidades y luego se planifican las ambiciones. Cuatro talleres (Materia, Cuerpo, Obra y Titulación) organizan los estudios. Con la titulación uno no solo puede firmar un proyecto, los alumnos terminan sabiendo ya construir. Y con la capacidad de ver, en los desechos, materiales constructivos.¿La mejor escuela de arquitectura del mundo? >> Del tirador a la ciudad >> Blogs EL PAÍS
terça-feira, maio 13, 2014
Lawrence Ferlinghetti : The Poetry Foundation
I am waiting for my case to come up
and I am waiting
for a rebirth of wonder (...)
Lawrence Ferlinghetti : The Poetry Foundation
segunda-feira, maio 12, 2014
'Lo que no te cuentan del capitalismo' | Economía | elmundo.es
6. "Asume lo peor de la gente y obtendrás lo peor". Chang dispara contra la esencia egoísta del capitalismo, "la avaricia del carnicero y del panadero" a los que apelaba Adam Smith. "El capitalismo ha cambiado mucho desde entonces. No podemos ignorar que el ser humano responde a otras motivaciones, más allá del exclusivo interés propio. La explotación infantil era moneda corriente hace poco más de un siglo, y las elites se oponían férreamente a que los Gobiernos regularan el mercado laboral y acabaran con las jornadas de 15 horas diarias. El capitalismo se ha hecho más participativo y cooperativo: ustedes tienen el ejemplo cercano de Mondragón. Pero el sistema tiene que abrirse aún más, para dar cabida al 'ciudadano económico'".
'Lo que no te cuentan del capitalismo' | Economía | elmundo.es
sexta-feira, maio 09, 2014
quarta-feira, maio 07, 2014
terça-feira, maio 06, 2014
segunda-feira, maio 05, 2014
La familia asume la principal responsabilidad educativa sobre los hijos e hijas >> Ayuda al Estudiante >> Blogs EL PAÍS
En los hogares finlandeses los niños observan cómo sus padres y sus madres son ávidos lectores de periódicos y libros. Es más, casi el 80% de las familias acuden con ellos frecuentemente a las bibliotecas de todo tipo.La familia asume la principal responsabilidad educativa sobre los hijos e hijas >> Ayuda al Estudiante >> Blogs EL PAÍS
"A Cantiga Era uma Arma" (2014)
Publicado em 29/04/2014Pré-genérico do meu documentário "A Cantiga Era uma Arma", acerca dos músicos e das músicas do 25 de Abril e do PREC, que estreia na RTP2 a 6 de maio de 2014, assinalando os 40 anos do concerto que reuniu no Palácio de Cristal (Porto), pela primeira vez, os cantores que permaneciam em Portugal ao tempo da ditadura com aqueles que estavam no exílio. (Joaquim Vieira)
quinta-feira, maio 01, 2014
Associação Binaural é a vencedora do Prémio Miguel Portas
O vencedor da primeira edição do Prémio Miguel Portas foi a Binaural – Associação Cultural de Nodar (São Pedro do Sul). A decisão do júri, tomada por unanimidade, foi anunciada esta quarta-feira na Livraria Ler Devagar, na Lx Factory, em Lisboa, numa sala que foi pequena para o enorme público presente – muita gente não conseguiu entrar.
Associação Binaural é a vencedora do Prémio Miguel Portas | Esquerda
Premiada 2014:
Binaural
Menções Honrosas
Buala
Noor
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Senhores, sou mulher de trabalho, e falo com poucas maneiras, porque as maneiras, são como a luva que calça o ladrão. Ás vezes, eu ponho-me...
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PORTUGAL (de Jorge Sousa Braga, 1981) Portugal Eu tenho vinte e dois anos e tu às vezes fazes-me sentir como se tivesse oitocentos Que ...
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O anel que tu me deste era de vidro e quebrou-se O amor que tu me tinhas era pouco e acabou-se Cancioneiro popular português Faz agora um an...















