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segunda-feira, setembro 30, 2013

A morte da infância


Fabulosos texto e imagem de Luís Januário, hoje, no blog
No início desses anos 1980, quando Neil Postman publicou o seu livro, a infância tinha-se já extinguido, liquidada pelos media electrónicos e, sobretudo, pela televisão. Ele debruçou-se com brilhantismo sobre os sintomas da extinção da infância: o desaparecimento de vestuário especificamente infantil, do comportamento, das atitudes, dos desejos, “mesmo do aspecto físico”.  Mas, e é este o ponto em que me vou concentrar, a parte mais curiosa do livro de Postman é sobre a perda da inocência.
Ler mais aqui: anaturezadomal.blogspot.pt/2013/09/a-morte-da-infancia.html

quarta-feira, agosto 21, 2013

Quando a comunicação social se suicida


 
A correspondente de guerra não nega a crise dos jornais: "Existe uma crise dos media, mas não dos leitores." Para ela, essa crise explica-se pela corrida para o simplismo e o sensacionalismo, acompanhada pelos cortes abruptos na qualidade da comunicação social. Os leitores continuam a querer compreender aquilo que acontece no mundo e isso exige um jornalismo que vá para além da histeria das aparências, feito por jornalistas que vão aos locais para contar as histórias e entender as pessoas e as suas circunstâncias.

 Mais escandaloso que o tempo e o modo como Judite Sousa entrevistou um jovem milionário com pouca história é o facto de nenhum órgão de comunicação social nacional ter conseguido enviar um jornalista para o Egipto. Não é o público que só consegue ler as Pepas e os Lorenzos desta vida, é a comunicação social que está a decretar o seu próprio suicídio.
Se lermos a "História de Portugal" organizada por José Mattoso, verificamos que no início do século xx, com uma população escassamente alfabetizada, "O Século" e o "Diário de Notícias" vendiam, cada um, cerca de 100 mil exemplares por dia. Em pleno século xxi, os nossos jornais têm muito menos leitores. Não foram eles que desapareceram, são os jornais, a comunicação social e os jornalistas que não estão a cumprir devidamente o seu papel de informar com qualidade. O que fazem não serve.
Nuno Ramos de Almeida, Agosto 2013 

Quando a comunicação social se suicida | iOnline - Notícias de Portugal, Mundo, Economia, Desporto, Boa Vida, Opinião e muito mais.

quarta-feira, abril 03, 2013

Pássaros

Poeriferia Ana Alcoforado from TKNT on Vimeo.

Um poema e Prévert na vo de Ana Alcoforado Uma televisão que não é televisão e nos faz bem: TKNT Também tem Cantadores de histórias, como este Soube via Facebook. E como me sabe bem!

quarta-feira, junho 22, 2011

Outro o mesmo

"Como António Guerreiro escreveu no Expresso, a ideologia única produtivista, do crescimento sem sustentação,conformada com o capitalismo financeiro, triunfa em quase todas as praças (ah, mas não esqueçam as ruas de Espanha e as ruas da Grécia). E o que vamos ter é isto. Os comentadores no poder com alguns independentes úteis, jovens-jovens (“temos que lhes dar muito apoio politico”), “sem compromissos com lobbies”, imbuídos de “espírito de missão”, que falam a linguagem de Bruxelas, amigos da troika. Os comentadores que não entraram para o governo espreitam a oportunidade (o governo é uma work in progress, que se vai estender aos assessores e aos representantes loco-regionais).
A poderosa máquina propagandística de Sócrates, que foi o tema principal da campanha de Manuela Ferreira Leite e a obsessão privada de Pacheco Pereira, esboroou-se numa semana."
citado de 

OUTRO PAÍS O MESMO 

no Blog A Natureza do Mal, hoje

quarta-feira, março 30, 2011