lerdo ler
Os passos a que ando, um atrás do outro, como as letras em carreirinha, do fim para o princípio.
Mostrar mensagens com a etiqueta
Manuel Alegre
.
Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta
Manuel Alegre
.
Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, abril 19, 2018
Antes de Abril, o caminho foi abrir o corpo e a mente
Homenagem humilde ao Pedro Lobo Antunes, ao Manuel Alegre e ao Francisco Fanhais
O tempo negro que nos oprimia haveria de clarear em Abril de 1974
sexta-feira, julho 01, 2011
Não há degredo quando
Exílio
Adriano Correia de Oliveira
, poema de Manuel Alegre, interpretação de Luís Cília
Venho dizer-vos que não tenho medo
A verdade é mais forte que as algemas.
Venho dizer-vos que não há degredo
Quando se traz a alma cheia de poemas.
Venho dizer-vos que não tenho medo
A verdade é mais forte que as algemas
Venho dizer-vos que não há degredo
Quando se traz a alma cheia de poemas.
Pode ser uma ilha, uma prisão
Em qualquer parte estou presente
Tomo o navio da canção
E vou direito ao coração de toda a gente.
Venho dizer-vos que não tenho medo
A verdade é mais forte que as algemas.
Venho dizer-vos que não há degredo
Quando se traz a alma cheia de poemas.
Venho dizer-vos que não tenho medo.
Mensagens antigas
Página inicial
Subscrever:
Mensagens (Atom)
“Diálogos com” (5ª sessão) | O novo Manifesto da Biblioteca Escolar
Grupo de Acção Cultural (GAC) - cantiga sem maneiras
Senhores, sou mulher de trabalho, e falo com poucas maneiras, porque as maneiras, são como a luva que calça o ladrão. Ás vezes, eu ponho-me...
1 ano, 1 semana e 1 dia
O anel que tu me deste era de vidro e quebrou-se O amor que tu me tinhas era pouco e acabou-se Cancioneiro popular português Faz agora um an...
Portugal - Jorge de Sousa Braga, dito por Mário Viegas
PORTUGAL (de Jorge Sousa Braga, 1981) Portugal Eu tenho vinte e dois anos e tu às vezes fazes-me sentir como se tivesse oitocentos Que ...