Homenagem humilde ao Pedro Lobo Antunes, ao Manuel Alegre e ao Francisco Fanhais
O tempo negro que nos oprimia haveria de clarear em Abril de 1974
Os passos a que ando, um atrás do outro, como as letras em carreirinha, do fim para o princípio.
Demos tempo / ao tempo velozJá fizemos tanto e tão pouco / que há-de ser de nós?Que há-de ser só nós o sabemos / pondo o fogo e a chuva na vozRepartindo ao vento pedaços /que hão-de ser de nós.Sérgio Godinho