Preciosa entrevista. Um caso de amor e resiliência. Grandes Âncorazinhas, Paulo!
Paulo Pacheco, o filho do escritor, o filho leitor - PÚBLICO
Os passos a que ando, um atrás do outro, como as letras em carreirinha, do fim para o princípio.
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domingo, março 15, 2015
terça-feira, fevereiro 18, 2014
Fugi, fugi
Ora deixem-me que lhes diga: um cadáver nunca terá razão, mesmo que a tivesse tido antes. Um estúpido, um cobardola é para rir e chorar, porque a estupidez e o medo não têm medida. Um patareco dá-se-lhe um pontapé no cu, um parasita esborracha-se por nojo e a um folião fazemos notar que não lhe achamos graça nenhuma. E fugi dos frustados e falhados que é a malta mais tratante e castradora que existe.
LUIZ PACHECO ( 1925 - 2008 ) em A Comunidade
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