É uma discussão interessante. Einstein dizia que não se pode resolver um problema com o mesmo modelo mental que o criou. Mas será que nesse caso a melhor forma de atacar o poder da publicidade tradicional de gerar um consumismo desenfreado é usando a mesmíssima linguagem, porém com a mensagem oposta?
Os passos a que ando, um atrás do outro, como as letras em carreirinha, do fim para o princípio.
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